domingo, 2 de dezembro de 2012
Convido a todos para construir em 2013 novos padrões.
Como criar um novo padrão de pensamento, de sentimento ou de comportamento?
O primeiro passo é INTERROMPER o padrão antigo!
Para conseguir visualizar isto, pense num CD de música. Pense: Porque ele toca sempre a mesma música? Porque existe um "padrão" invisível gravado nele.
Assim como é inútil colocar um novo CD ao mesmo tempo em que o outro ainda está tocando, é perda de tempo tentar estabelecer um novo padrão comportamental/emocional, com o padrão antigo ainda funcionando.
Para QUEBRAR o antigo padrão, no momento que sentir entrando nele, INTERROMPA-O das maneiras mais loucas, exóticas e divertidas que encontrar.
Será como escutar uma música que você nunca mais vai querer escutar de novo.
É como ejetar o CD e começar a arranha-lo vagarosamente, até ter a certeza que aquela música nunca mais irá tocar.
Boa caminhada... boas mudanças!!!
Com amor,
Tadashi Kadomoto
CRENÇAS E VALORES
Discutimos muito sobre essas duas palavras este ano, que em 2013 possamos resignificá-las.
Acredito que o amor, a alegria, a compaixão e a paz sejam importantes para você. A família, os amigos, a ética também... Se são importantes, elas fazem parte do seu sistema de crenças e valores.
Crenças e valores são um estado emocional que você acha muito importante experimentar, por causa do prazer que você acredita que ele trará ou para evitar a dor que você associa a falta do mesmo.
Todas as nossas decisões são impulsionadas por estas crenças e valores.
Por exemplo: como determinada ação nos ajuda a ir em direção a algo prazeroso?
Será que vai nos ajudar a evitar ou a nos afastar de algo doloroso?
Reflita por um minuto: Qual das suas emoções prazerosas mais importantes você valoriza? E qual das emoções dolorosas você tenta evitar?
Boa semana!
Com amor,
Tadashi Kadomoto
CAROS (AS) ALUNOS (AS)
Reflexão.
Queridas Pessoas,
Chegou o final de mais um ano...
E acredito que seja um momento de reflexão dos resultados... do que plantou...do que colheu...
Estamos com certeza num momento de transição planetária. Ou seja, vivemos no momento o fim de um ciclo e estamos na passagem para outra era: a Era de Peixes para Era de Aquário.
Essa passagem, como qualquer outra mudança, é difícil, exige esforço.
Mas sinto neste momento que existe um extraordinário movimento de transformação pessoal e que se manifesta pela tomada de consciência de um crescente número de pessoas.
Por exemplo, existe um interesse grande pelas práticas da Meditação e por outras práticas Espirituais.
Como existe também um grande movimento pelas visões do homem que não o limitem, apenas ao quadro de sua existência física.
E são estes movimentos de Conscientização de quem somos, que poderão criar um Mundo Maravilhoso.
Confio que VOCÊ fará a sua parte neste ano de 2013.
Com amor e luz,
Tadashi Kadomoto
sábado, 24 de novembro de 2012
DISLEXIA
Dislexia interfere na leitura, escrita e interpretação
*Entrevista com Dra Olga Inês Tessari
*o texto está registrado de acordo com a Lei de Direitos Autorais
Publicada no Jornal Rudge Ramos por Denise Burgarelli e Kleber Pesslato wm abril/2008
* Veja indicação de leitura de outros textos no final da página *
Dislexia atinge cerca de 15% da população brasileira
A dislexia, doença que está sendo muito comentada devido a personagem da novela da Rede Globo Duas Caras, é um dos muitos distúrbios relacionados a aprendizagem que atinge cerca de 15% da população, segundo dados da Associação Brasileira de Dislexia. A doença caracteriza-se pela dificuldade da criança em entender diferentes formas da linguagem, dificuldade de leitura e de escrita e até mesmo de soletração.
Sandra Regina Fâmula, moradora de São Caetano do Sul e mãe de Guilherme Corneto, conta como percebeu este distúrbio no filho. “Quando descobri ele estava com 9 para 10 anos. Ele apresentava muitas dificuldades na escola, tinha notas baixas e isso me fez perceber o problema”. Com relação à escola, a mãe diz que os professores fazem de tudo para se adaptar. “O disléxico tem dificuldade em escrever, ler e entender, então, isso influencia em todas as matérias. Como cada caso é único e cada disléxico apresenta dificuldade específica, acaba não sendo fácil para a escola também”, afirmou.
Por demorar para ser detectada (geralmente é vista no início da vida escolar), muitas crianças disléxicas são rotuladas de desmotivadas e preguiçosas, visto que têm dificuldades de aprender. Ao contrário do que se pensa, a dislexia, que surge de forma hereditária, causa dispersão e também uma demora da criança em aprender a falar e organizar a linguagem de modo geral.
Os disléxicos recebem informações em uma área diferente do cérebro. Ou seja, são pessoas com cérebro normal, mas que processam a informação de uma forma mais lenta. No processo de leitura, recorrem somente à área cerebral que absorve fonemas. A conseqüência disso é que disléxicos têm dificuldade em diferenciar fonemas de sílabas, pois sua região cerebral responsável pela análise de palavras permanece inativa. Suas ligações cerebrais não incluem a área responsável pela identificação de palavras e, portanto, a criança disléxica não consegue reconhecer palavras que já tenha lido ou estudado; tornando assim uma grande barreira, pois toda palavra que ela lê aparenta ser nova e desconhecida.
Para detectar esse distúrbio é preciso uma avaliação multidisciplinar, que diferencie a dislexia de outras disfunções como, por exemplo, um retardamento mental leve. Segundo a fonoaudióloga Adriana Nascimento Gabanini, é possível suspeitar que uma criança tenha dislexia com 4ou 5 anos de idade, mas só um tempo depois da fase de alfabetização, com cerca de 9 anos, e com a avaliação de vários profissionais, é possível ter certeza do diagnóstico de dislexia.
A fonoaudióloga faz parte do Programa de Dislexia ABC, que tem parceria com a Prefeitura de Santo André, é formada por uma equipe multidisciplinar de neuropsicólogos, fonoaudiólogos, neuropediatras e psicopedagogas. Que, em parceria com a prefeitura, avalia crianças das escolas da rede pública da região. Assim, cada profissional pode ajudar no desenvolvimento da criança em sua dificuldade específica. “A fonoaudióloga ajuda na melhora do ritmo, leitura, na velocidade de produção, interpretação e trocas na fala”, explica Adriana.
A psicóloga Olga Tessari, diz que o psicólogo deve fazer uma avaliação de forma que tanto a criança quanto a família tenham consciência do problema e de como agir para que este não cause sofrimento, uma vez que a dislexia não tem solução, embora seja possível lidar muito bem com ela. “A criança disléxica pode estudar em uma escola normal, desde que tenha a assistência psicológica necessária e que os pais também sejam orientados sobre como agir com ela”, alerta.
A professora Dalva Loreatto dos Santos, supervisora da área de Psicologia Escolar do curso de curso de Psicologia, diz que é de fundamental importância o trabalho em parceria com a escola. “Os pais que já contam com o diagnóstico realizado por profissionais, devem informar à escola e juntos encontrarem alternativas de ações pertinentes para as situações do cotidiano escolar”, completa Dalva.
Algumas falhas no aprendizado e comportamento podem ser observadas:
• Dificuldades com a linguagem;
• Dificuldades na escrita e ortografia;
• Lentidão na leitura;
• Falta de memorização das palavras.
Adultos
• Permanência da dificuldade em escrever em letra cursiva
• Dificuldade em planejamento e organização
• Dificuldade com horários (adiantam-se, chegam tarde ou esquecem)
• Falta do hábito de leitura
• Normalmente tem talentos espaciais (engenheiros, arquitetos, artistas)
sábado, 17 de novembro de 2012
Filmes sobre saúde
1-Lado a lado (Stepmom, 1998): família de pais separados precisa superar suas diferenças e enfrentar o câncer
2-O amor é contagioso (Patch Adams, 1998): bela história sobre o poder do amor e da alegria no tratamento médico.
3-Mr. Jones (Mr. Jones, 1993): história de amor e descontrole protagonizada por um portador de transtorno bipolar.
4-O óleo de Lorenzo (Lorenzo´s Oil, 1992): baseado em uma história verídica, narra a batalha de um casal para salvar filho com doença genética rara.
5-Um golpe do destino (The Doctor, 1991): médico insensível acaba no papel de paciente e sofre transformação radical.
6-Rain Man (Rain Man, 1988): com a morte do pai, jovem yuppie se vê obrigado a cuidar do irmão autista.
7-Uma mente brilhante (A beautiful mind, 2001): baseado na biografia do matemático John Nash, narra a luta do cientista com a esquizofrenia.
8-O filho da noiva (El Hijo de la Novia, 2001): aborda a temática do alzheimer em idosos e o quanto isso pode afetar as relações familiares.
9-As Invasões Bárbaras (Les invasions barbares, 2003): aborda o câncer e os cuidados paliativos em meio à relação de pai e filho.
10-Do amor e outras drogas (Love and Other Drugs, 2010): vendedor de medicamentos se apaixona por jovem com Parkinson.
Cuidado com o estresse!
Ele prejudica a qualidade de vida e ainda enfraquece o sistema imunológico
Thaís Manarini, especial para o iG São Paulo | 28/03/2010 11:29:52
De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), o estresse, em suas mais variadas formas, atinge perto de 90% da população do planeta.
Levando em conta o caos no trânsito e a pressão no trabalho vivida nos grandes centros urbanos, esse dado não chega a causar tanto impacto à primeira vista. Mas o estresse está associado ao desenvolvimento de uma série de doenças, tais como câncer, hipertensão, depressão, diabetes, asma e psoríase, entre outras.
Getty Images/Photodisc
Em excesso, substâncias produzidas durante o estresse prejudicam a imunidade
Necessário, na hora certa
Apesar de ser constantemente citado como um mal da modernidade, o estresse é conhecido desde as eras mais primitivas. Para o homem das cavernas, ele servia como um escudo: diante de uma situação de perigo iminente, estimulava o organismo a produzir as substâncias necessárias para lutar ou fugir. Hoje, por outro lado, não é preciso muito para levar o corpo a esse estado de alerta: há quem sofra com ele ao enfrentar a fila do banco, ao discutir com o parceiro ou ao enfrentar uma entrevista de emprego.
Segundo a endocrinologista Dolores Pardini, do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), como ninguém precisa sair correndo ou partir para a briga em situações como essas, a enxurrada de reações desencadeada no corpo passa de protetora a vilã.
“Quanto mais tempo se vive sob estresse, maior a quantidade de adrenalina e cortisol liberada no organismo”, explica a médica, referindo-se aos principais hormônios produzidos nos momentos de tensão.
A adrenalina, cuja função é bloquear o sangue em vários órgãos e enviá-lo aos músculos para corrermos das ameaças, pode levar à hipertensão quando fabricada em excesso. Já o exagero de cortisol, hormônio que libera açúcar na corrente sanguínea para servir de energia durante a fuga, pode até evoluir para diabetes em pessoas predispostas à doença.
Sistema imune em risco
Segundo Ana Maria Rossi, psicóloga e presidente do Isma Brasil, associação integrante da International Stress Management Association, o principal contratempo relacionado ao estresse é que ele prejudica o sistema imunológico, responsável por defender o corpo da proliferação de células cancerosas, vírus ou bactérias. “Quando isso acontece, ficamos vulneráveis a qualquer tipo de problema: desde uma simples alergia até um câncer”, informa Ana. Por isso, o primeiro passo para evitar complicações é deixar de ver o estresse como uma simples frescura. “Muitas vezes as pessoas vão ao médico e escutam ‘é só estresse’. Mas tanto os pacientes quanto os profissionais de saúde precisam perceber que esse quadro pode levar a graves consequências”, ressalta a especialista.
Incontáveis prejuízos
O estresse pode colaborar para o surgimento de diversos problemas de saúde. Veja alguns e saiba como eles afetam o corpo feminino:
Obesidade: quem é muito ansiosa e estressada acaba comendo sem perceber – isso sem contar que o metabolismo acelerado aumenta o apetite. Assim, o ponteiro da balança não demora a acusar os quilos extras.
Problemas na pele: em situações estressantes, o corpo da mulher pode produzir uma quantidade maior de testosterona, o hormônio masculino. O resultado disso é o surgimento de acne, espinhas e muita oleosidade. E não para por aí: de acordo com uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Dermatologia do Rio de Janeiro (SBD-RJ) com 50 mil pacientes, um terço dos que apresentavam problemas de pele, como psoríase, vitiligo e herpes labial, sofria influências emocionais, como estresse, depressão ou ansiedade.
Rugas: para piorar a situação, elas aparecem mais cedo. Isso porque, além de o estresse estimular a fabricação de radicais livres (moléculas que favorecem o envelhecimento da pele), a pessoa que vive estressada está sempre com os músculos da face franzidos.
Irregularidade menstrual: o ciclo pode sofrer uma reviravolta por causa do estresse. Em alguns casos a mulher chega até a parar de menstruar.
Menopausa precoce: pesquisadores da Universidade de Versailles, na França, analisaram 1.500 mulheres com 50 anos ou mais e descobriram que as mais estressadas no trabalho tinham maior tendência a iniciar a menopausa bem antes da idade média de 52 anos.
Infertilidade: casais com nível de ansiedade elevado podem ter o sistema reprodutor comprometido e, por isso, apresentar dificuldade para engravidar. Não é à toa que muitas mulheres se descobrem grávidas depois que se esquecem do assunto.
Problemas gastrointestinais: a tensão constante pode causar prisão de ventre, diarréia, gastrite e úlcera.
Câncer: de acordo com um estudo realizado pela Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e publicado na revista Nature, o estresse seria capaz de emitir sinais para que as células desenvolvam tumores.
Doenças da boca: pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Piracicaba e da Universidade Estadual de Campinas publicaram um estudo no qual observaram que pessoas estressadas estão mais propensas a desenvolver doenças periodontais – que atingem o conjunto de tecidos ao redor dos dentes.
Doenças cardíacas: um estudo realizado com servidores públicos em Londres e publicado na revista científica European Heart Journal, avaliou que aqueles com idade abaixo de 50 anos e portadores de estresse crônico tinham 68% mais chance de sofrer com doenças cardíacas quando comparados aos funcionários que atuavam em ambiente livre de estresse.
Qualidade de vida
Cabe lembrar que o estresse não só afeta a saúde como também a qualidade de vida. “Normalmente quem está estressado tem dificuldade de se relacionar e se divertir, pois fica muito voltado para o fator estressor”, afirma Lúcia Novaes, professora do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente da Associação Brasileira de Stress (ABS).
É importante ressaltar também que pessoas extremamente estressadas têm como sintomas a hipersensibilidade emotiva e a irritabilidade. Essa combinação pode ser explosiva e contribuir para reações violentas em diversos contextos, como após uma ‘fechada’ no trânsito, uma bronca do chefe ou uma reclamação do marido.
Tratando o problema
Para evitar que o estresse tenha um efeito devastador sobre a vida e a saúde, é necessário ficar de olho nos sintomas e puxar o freio de mão caso eles apareçam com freqüência no cotidiano.
“O estresse excessivo se mostra através de muito cansaço (inclusive ao acordar), problemas de memória, pesadelos constantes, hipersensibilidade, irritabilidade exagerada, perda do interesse sexual, doenças físicas ou emocionais, como depressão e transtornos de ansiedade”, alerta Lúcia Novaes.
Praticar exercícios físicos, adotar uma alimentação balanceada, utilizar de técnicas de relaxamento e respiração profunda e ter uma visão realista dos acontecimentos estão entre as estratégias mais empregadas na prevenção e no controle do estresse. Para Lúcia, é fundamental estabelecer prioridades na vida e também aprender a ver o lado positivo das coisas.
Se mesmo assim for difícil regular os níveis de tensão, é melhor procurar ajuda profissional. Muitas vezes, é necessário contar com o auxílio de um psicólogo especializado em estresse e de um médico – caso já apresente alguma doença, como hipertensão ou úlcera.
“O tratamento envolve quatro áreas: atividade física, técnicas de relaxamento e respiração profunda, orientação em relação à alimentação e abordagens psicológicas para aprender a lidar com o estresse. Trata-se de uma mudança no estilo de vida”, finaliza a presidente da ABS.
Empurre sua vaquinha
"Um sábio passeava na floresta com seu discípulo. Avistou uma casinha pobre, aos pedaços. Nela moravam um casal e três filhos - todos mal vestidos, sujos, magros e aparentando subnutrição.
O sábio pergunta ao pai da família:"- Como vocês sobrevivem? não vejo horta alguma. Não vejo plantação alguma. Não vejo animais."
O pai respondeu: "- Nós temos uma vaquinha que nos dá alguns litros de leite por dia. Uma parte do leite, nós tomamos. Outra trocamos na cidade vizinha por alimentos e roupas e assim vamos sobrevivendo...".
O sábio agradeceu e saiu novamente pelo caminho. Logo em seguida, o sábio avistou uma vaquinha e ordenou ao seu discípulo:
"- Puxe aquela vaquinha até o precipício e a empurre precipício abaixo!"
Mesmo sem compreender a ordem, o discípulo a cumpriu - empurrou a vaquinha no precipício! E ficou pensando na maldade do sábio em mandar matar a única fonte de subsistência daquela pobre família. Aquilo não saiu da cabeça do discípulo por muitos anos.
Alguns anos depois, passando pela mesma região, o discípulo lembrou-se da família e do episódio da vaquinha. Resolveu voltar àquela casinha e ... surpresa!!!
No lugar da pobre casinha havia uma bela casa. Um pomar ao redor. Várias cabeças de gado. Um trator novo. Na porta da casa avistou o mesmo pai - agora bem vestido , limpo, saudável. Logo apareceram a mulher e os três filhos - todos bonitos e aparentando saúde e felicidade!
Quando o discípulo perguntou a razão de tanta mudança nesses últimos anos, o pai da família respondeu:
"- A gente tinha uma vaquinha que caiu no precipício e morreu. Sem vaquinha a gente teve que se virar e fazer outras coisas que nunca tinha feito. começamos a plantar, criar animais, usar a nossa cabeça para sobreviver e daí a gente viu que era capaz de fazer coisas que nunca tinha imaginado e de conseguir coisas que a gente achava impossível porque nunca havia tentado fazer.
Sem a vaquinha, a gente foi à luta e a gente só tinha essa alternativa - lutar para vencer!"
Nesta semana, pense nesta estória. Todas nós temos uma "vaquinha" que nos dá alguma coisa básica para sobreviver e conviver com a "rotina".
Vamos descobrir qual é a "nossa vaquinha" e quem sabe aproveitar este momento de "crise" para empurrá-la morro abaixo. Boa Semana. Sucesso!
"Assim diz o Senhor dos Exércitos, o Deus de Israel: Melhorai os vossos caminhos e as vossas obras, e vos farei habitar neste lugar". Jeremias 7:3
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sábado, 27 de outubro de 2012
Sete alimentos que combatem a ansiedade
Ricos em vitaminas e aminoácidos, eles melhoram a tranquilidade e a disposição
Por Roberta Vilela - publicado em 04/03/2011
Está cada vez mais difícil manter a calma? Todo mundo vive dizendo que você é uma pessoa ansiosa? A ansiedade provoca uma bagunça nas emoções e de quebra ainda reflete na saúde. Quando em excesso, ela desencadeia a sensação de mal-estar e te impede de viver a vida com mais leveza, sem tanta angústia em relação ao que ainda está por vir. Os ataques de gula também são creditados a ela. Existem tratamentos e terapias para controlar a ansiedade, mas sabia que a alimentação também pode ajudar a domar este furacão interno? Alguns alimentos contêm aminoácidos e vitaminas essenciais, que atuam diretamente diminuindo o estresse, combatendo a ansiedade e aumentando os níveis de serotonina, responsável pelo bem-estar e pelo relaxamento. A seguir, conheça os sete alimentos campeões para aquietar a mente.
Frutas cítricas: Estudos comprovaram que a vitamina C, presente nas frutas cítricas, diminui a secreção de cortisol, hormônio liberado pela glândula adrenal em resposta ao estresse e à ansiedade e responsável por transmitir a notícia de estresse para todas as partes do corpo. Seu consumo promove o bom funcionamento do sistema nervoso e aumenta a sensação de bem-estar. "Vitaminas e minerais, como a vitamina C, por exemplo, são perdidas nos quadros de estresse e ansiedade, além de queda de açúcar no sangue (hipoglicemia). Por isso, existe a necessidade de suprir essas carências", ressalta a nutricionista Rosana Farah, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade.
Leite, ovos e derivados magros: Eles são uma ótima fonte de um tipo de aminoácido, o triptofano, que alivia os sintomas de ansiedade. De acordo com a nutricionista Rosana Farah, uma vez no cérebro, o triptofano aumenta a produção de serotonina, o hormônio da felicidade, que é um neurotransmissor capaz de relaxar e dar sensação de bem-estar. A especialista recomenda o consumo de 2 a 3 porções por dia deste grupo de alimentos.
Carboidratos: Os carboidratos, provenientes dos cereais na sua forma simples e integrais, e das frutas mais adocicadas, também podem combater a indesejada ansiedade. "Eles elevam o nível de açúcar no sangue, dando energia, bem-estar e disposição", explica Rosana Farah. Pães, arroz, aveia, feijão, massas, batata, mel, jabuticaba, uvas, maçãs fazem parte deste grupo alimentar. A quantidade recomendada é de 6 a 9 porções diárias.
Banana: Um estudo feito por pesquisadores do Instituto de Pesquisas de Alimentos e Nutrição das Filipinas comprovou que esta fruta ajuda no combate da depressão e alivia os sintomas da ansiedade. Graças ao alto teor de triptofano qua a fruta carrega, ajudando na produção de serotonina.
Carnes e peixes: Eles são a melhor fonte natural de triptofano, aminoácido que em conjunto com a vitamina B3 e o magnésio produzem serotonina, um neurotransmissor importante no processo do sono, do humor e que regula os níveis de ansiedade. Além disso, as carnes e peixes contêm outro aminoácido chamado taurina. Esta substância aumenta a disponibilidade de um neurotransmissor chamado GABA, que o organismo usa para controlar fisiologicamente a ansiedade. "A recomendação diária em relação às carnes é de 1 a 2 porções, dê sempre preferência às carnes brancas e magras", recomenda a nutricionista Rosana Farah.
Chocolate: O chocolate é rico em flavonoides, um tipo de antioxidante que favorece a produção de serotonina, neurotransmissor responsável pela sensação de bem-estar e que melhora o humor, reduzindo a sensação de ansiedade. explica a especialista em nutrição clínica e gastronomia, Rosana Farah. O recomendado são 30 gramas de chocolate por dia. E de preferência ao chocolate amargo, bem menos calórico e mais rico em flavonoides.
Espinafre: O espinafre contém folato (ácido fólico), que é uma potente vitamina antidepressiva natural. Segundo a nutricionista Rosana Farah, ele combate a ansiedade, pois quando está em baixas concentrações no organismo também diminui os níveis cerebrais de serotonina. Além disso, segundo um estudo da Universidade da Califórnia, o cérebro consome muita energia para funcionar e isso resulta na sobra de resíduos químicos oxidantes. É neste momento que alimentos, como o espinafre, começam a trabalhar para eliminar as substâncias em excesso, "desenferrujando" o cérebro.
sábado, 20 de outubro de 2012
Tudo sobre Ansiedade
Causas
Os transtornos de ansiedade são doenças relacionadas ao funcionamento do corpo e às experiências de vida.
A pessoa pode se sentir ansiosa a maior parte do tempo sem nenhuma razão aparente ou pode ter ansiedade apenas às vezes, mas tão intensamente que se sentirá imobilizada. A sensação de ansiedade pode ser tão desconfortável que, para evitá-la, as pessoas deixam de fazer coisas simples (como usar o elevador) por causa do desconforto que sentem.
O que é Ansiedade?
O termo tem várias definições nos dicionários não técnicos: aflição, angústia, perturbação do espírito causada pela incerteza, relação com qualquer contexto de perigo etc.
Levando-se em conta o aspecto técnico, devemos entender ansiedade como um fenômeno que ora nos beneficia, ora nos prejudica, dependendo das circunstâncias ou intensidade, e que tornar-se patológico, isto é, prejudicial ao nosso funcionamento psíquico (mental) e somático (corporal).
A ansiedade estimula o indivíduo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o contrário, impedindo reações.
O que fazer para controlar a ansiedade e o nervosismo?
Resposta: É importante identificar as causas que provocam seu nervosismo, você sabe? Qual é sua reação quando isso acontece? Fica agressivo?
Pode ser que sua reação seja uma maneira de se defender, mas é preciso identificar as causas, pois nada adianta receitas prontas para algo que pode estar relacionado com todo seu histórico de vida.
Quanto à ansiedade, também é preciso identificar as causas. Respirar fundo é uma das técnicas para relaxar.
Segundo a Associação Americana de Psiquiatria a ansiedade se caracteriza por uma preocupação excessiva com situações triviais do dia-a-dia, causando muitos transtornos. É um estado afetivo caracterizado por um sentimento de insegurança; é um desejo ardente, uma aflição, uma incerteza quanto ao amanhã. É a sensação, às vezes vaga, de que algo desagradável está para acontecer.
Relacionada com o futuro, o vir-a-ser e não o agora. Nega o presente, o que tem agora. Tudo o que está relacionado com o daqui-a-pouco, o amanhã, é ansiedade. Quanto mais expectativa mais ansiedade.
Em pequenas doses é saudável, mas em demasia se torna uma doença. Quando você está extremamente ansiosa, dificilmente sua mente vai atuar a seu favor. Resultado: seu desempenho cai e o prazer e a sensibilidade ficam comprometidos.
Outro fato que desencadeia a ansiedade é a expectativa do que pode vir a acontecer. Começa a idealizar um futuro próximo e acredita que ele vai se concretizar da maneira como pensou, sem base na realidade. Acaba se preocupando com algo irreal.
Como controlar a ansiedade
- Respirar profundamente;
- Conversar consigo mesmo, mantendo o diálogo interno;
- Obter informação sobre o que o está preocupando;
- Identificar os sintomas;
- Diminuir as expectativas;
- Viver e valorizar o presente
Ao remoer o passado, você deixa de lado o presente. Preocupar-se demais com o futuro pode reduzir sua capacidade de ação agora. Assim, nada mais coerente que viver o hoje.
- Identificar o que causa insatisfação;
- Identificar se depende apenas de você modificar a situação, se depende de outra pessoa, ou se não há como mudar algo no momento presente. Isso é importante para que você não desperdice sua energia, nem seu tempo, com aquilo do qual você não pode mudar ou ter o controle;
- Ter consciência que só poderá mudar o que depende de você;
- Procure ocupar-se e manter seus pensamentos no momento presente, não se “pré-ocupando” com o que poderá ou não acontecer. Isso é gasto de energia desnecessária;
- Permanecer no presente, permitindo-se sentir cada momento como se fosse único;
- Parar com a necessidade de querer ter controle sobre tudo, você pode não ter controle sob o amanhã, mas você poderá ter controle sob seus comportamentos hoje;
- Evitar relacionamentos negativos e/ou pessoas críticas: Receber atenções negativas é pior do que não receber qualquer atenção. Se você convive com alguém que sempre te faz se sentir sem valor algum, afaste-se dessa pessoa.
- Valorizar todas suas conquistas. Tire proveito das suas experiências positivas em vez de ficar lembrando e/ou lamentando as negativas.
- Praticar relaxamento;
- Fazer psicoterapia – autoconhecimento;
- Acredite em você, isso faz toda a diferença.
O mais indicado é procurar um profissional qualificado – psicólogo - para te orientar, e caso seja necessário a prescrição de medicação para equilíbrio químico, ele o encaminhará para um psiquiatra.
E lembre-se da Oração da Serenidade adotada pelos Alcoólicos Anônimos no mundo inteiro:
“Que Deus me dê serenidade para aceitar as coisas que não posso mudar, coragem para mudar as que posso e sabedoria para distinguir umas das outras”. Só por hoje!!!
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
UM DIA A GENTE APRENDE
A TODOS OS PROFESSORES DA FIC QUE BUSCAM APRENDIZAGEM CONSTANTE NESTE HOLOCAUSTO EM QUE A EDUCAÇÃO SE ENCONTRA.
William Shakespeare
Depois de algum tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e
acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa
segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos, e que presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de um
adulto e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto
demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se se expor por muito tempo.
E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se
importam.
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai feri-lo de vez em quando e você
precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se levam anos para se construir confiança e apenas segundos para destruí-la,
e que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam.
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons
momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tiradas de você muito
depressa, por isso sempre deve deixar as pessoas que ama com palavras amorosas, pois
pode ser a última vez que as vê.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, e nós somos
responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não deve se comparar aos outros, mas com o melhor que se pode
ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser e que o tempo é
curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo; mas, se você não sabe para
onde está indo, qualquer lugar serve.
Aprende que, ou você controla seus atos ou eles o controlarão, e que ser flexível não
significa ser fraco ou não ter personalidade, pois não importa quão delicada e frágil seja
uma situação, sempre existem dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as
conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai é uma
das poucas que o ajudam a se levantar.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve e o que
você aprendeu com elas, do que quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não te dá o
direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa
que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas
simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém, algumas vezes você tem
que aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento
condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára
para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto, plante seu jardim e
decore sua alma, ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.
Você aprende que realmente pode suportar porque realmente é forte, e que pode ir muito
mais longe depois de pensar que não pode mais. E que realmente a vida tem valor e que
você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar, se não
fosse o medo de tentar...
A Criança que existe dentro de nós!!
Grande Homem é aquele que não perdeu o Coração de Criança.
Todo mundo carrega dentro de si uma criança.
E todo mundo aprende a reprimi-la para ser adulto.
Crescemos e "temos" que ser sérios.
Quantas vezes você já não ouviu alguém dizer: "deixe de criancice!"?
E desde quando precisamos deixar de ser crianças?
Ria de você mesmo, seja "ridículo",
brinque na chuva, de fazer castelos na areia, de fazer castelos no ar...
sonhe, faça bagunça no meio da rua, cante na hora que der vontade,
converse com você mesmo como se tivesse conversando com um amiguinho
assista desenho animado e veja a sua vida
como se ela fosse um desenho animado,
brinque com uma criança... como uma criança...
Fique feliz simplesmente por ficar,
sorria e ria sem motivo,
ria de você, dos seus dramas, do ridículo das situações...
E acredite na pureza do ser humano...
na pureza de criança que talvez esteja escondida,
mas que existe em cada um de nós.
Para alguns você vai parecer louco, bobo ou infantil...
mostre a língua para esses "alguns" e diga,
como uma criança: "sou bobo mas sou feliz!"
Esses "alguns" com certeza têm uma criança maluquinha,
doida pra fazer bagunça também.
A vida já é muito complicada para vivermos sérios e carrancudos.
E isso tudo não é deixar de viver com seriedade...
é viver com a leveza de uma criança
e obrigações de adulto.
Fica muito mais fácil viver assim.
Então, coloque uma panela na cabeça
e solte o menino(a) maluquinho(a) que existe dentro de você!
Só não vale subir no muro e achar que sabe voar, né?
Feliz Dia das Crianças!
Que Nossa Senhora da Aparecida e seu Anjo da Guarda,
estejam sempre presente,
protegendo de todos os males dessa vida.
Um beijo, um abraço e um aperto de mão...
com todo meu carinho....
Feliz Dia das Crianças a todos!!!
Carinhosamente
domingo, 7 de outubro de 2012
Estresse
Por Ana Lucia Santana
O estresse ou ‘stress’ (em inglês) é um complexo de sintomas físicos e mentais que refletem a dificuldade das pessoas de discernirem entre a realidade e as esperanças e vivências de cada um. Esta expressão foi utilizada primeiramente em 1936, na revista científica Nature, em um artigo de autoria do médico Hans Selye. O cientista o batizou inicialmente de Síndrome Geral de Adaptação, dividida em três etapas – alarme, resistência e esgotamento. Se a crise persiste depois desta última fase, o organismo entra em sério desequilíbrio, com o aparecimento de doenças preocupantes, tais como úlcera, hipertensão, artrites e até mesmo lesões no miocárdio. Os especialistas distinguem dois tipos de estresse – o crônico e o orgânico. Sua essência pode ser física, psicológica ou social.
Toda mudança na vida, de ordem afetiva, profissional ou familiar, causa uma certa ansiedade, que pode degenerar em um estresse. A depressão, após um evento repentino ou um desequilíbrio ambiental, causa o mesmo efeito. Aliás, vários fatores da vida moderna podem desencadear crises estressantes – um alto volume de trabalho e de responsabilidades, o caos do trânsito, o medo, a violência, mágoas, a exposição prolongada à intensidade luminosa, um som muito alto, problemas financeiros, frustrações amorosas, ente outros. Este termo espalhou-se muito rápido, tornando-se um campo fértil para o exercício da psicologia popular, da literatura de auto-ajuda e da psicoterapia.
Como o estresse age dentro do corpo? Ele estimula o sistema nervoso simpático e o autônomo, libertando uma quantidade excessiva de hormônios, inclusive da adrenalina, da epinefrina e do cortisol. Há um estresse considerado negativo, durante o qual o indivíduo passa dos seus limites e não consegue despertar em si o poder de se adaptar a uma nova situação. O corpo perde nutrientes importantes e diminui sua capacidade mental, podendo adoecer. Já o estresse positivo é aquele estado inicial, o correspondente à etapa de alerta. O organismo, movido por uma necessidade vital, elabora adrenalina para obter a disposição de que está carente. Este é um momento produtivo do ser humano. Entre esses dois extremos, há o estresse ideal, que ocorre quando o sujeito já aprendeu a usar este mecanismo a seu favor, alternando momentos de alerta e de saída deste estado, para que assim o corpo se equilibre e se restaure.
Quando o indivíduo se encontra estressado, o organismo pode reagir dos mais diversos modos, dependendo do nível que ele atinge. A glândula hipófise, que se encontra na parte frontal do cérebro, expele hormônios que tornam ativas as glândulas supra-renais – na parte superior dos rins -, que por sua vez liberam o cortisol, impelido para a corrente sanguínea. Se esta substância for excessiva, pode provocar a eliminação dos glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do corpo, é assim que o estresse se relaciona com a queda da imunidade na nossa constituição orgânica, causando inúmeras doenças.
Sentimentos angustiantes podem estimular o aparecimento de distúrbios como a gastrite, que desaparece se o sujeito se libertar de seus ressentimentos. Assim, é fundamental conhecer nossas emoções, criar uma intimidade com o seu funcionamento dentro do nosso corpo, para que possamos fazê-las emergir em momentos de crise, e manipulá-las em benefício do nosso organismo. Mobilizar pensamentos positivos, força de vontade e disciplina contribui para o desaparecimento do estresse. Quando necessário, o tratamento pode também consistir no uso de medicamentos e em exercícios físicos regulares, sob a supervisão de profissionais capacitados. Algumas vezes, quando o estresse atinge um nível alarmante ou crônico, pode ser útil a intervenção de um psicoterapeuta.
domingo, 30 de setembro de 2012
Estresse
O cérebro comanda nosso corpo, e interage com ele e com o meio, se auto-regulando permanentemente, para manter a estabilidade e garantir a sobrevivência.
Cada um de nós vive um processo permanente de troca com o meio ambiente e com isso vamos desenvolvendo novos recursos de adaptação.
O cérebro capta os estímulos externos através dos órgãos dos sentidos, e esta mensagem é decodificada e processada no córtex cerebral através de reações bioquímicas, elétricas e eletromagnéticas. Com isso, cada organismo cria um "estado" (sensações, emoções) e uma fisiologia própria que determina uma resposta aquele estimulo, ou seja, um comportamento. Desde a Idade da Pedra, o homem vem tendo que lutar para sobreviver. Para se adaptar ao meio, muitas vezes hostil, o organismo desenvolve um mecanismo de defesa que esta centrado no cérebro e é disparado toda vez que o homem está diante de um perigo ou ameaça. Esse mecanismo determina o comportamento de "luta" ou "fuga" que este presente em todos nos quando nos sentimos “ameaçados".
As ameaças podem ser reais ou imaginárias. Ameaças reais como competição no ambiente de trabalho dificuldades de relacionamento, trânsito complicado nas grandes cidades, diferentes tipos de poluição, crise financeira, instabilidade de emprego, falta de moradia, assaltos etc., são freqüentes em nossas vidas atualmente e mais fáceis de ser percebidas e compreendidas.
Ameaças imaginárias são aquelas que consideramos como situações "provavelmente" intransponíveis. É muito comum nos sentirmos preocupados com situações que ainda não foram resolvidas. Exatamente por não terem sido resolvidas ainda. Nesses momentos nos sentimos desconfortáveis, inquietos e tensos. O córtex cerebral "avisa" outra área do cérebro, o hipotálamo, para "armar" o organismo, e este por sua vez, envia a mensagem a glândula hipófise. Ela então "manda" a supra-renal produzir mais hormônios como os corticóides e a adrenalina. São eles que vão preparar o corpo para lidar com a situação ameaçadora (real ou imaginária) e, em poucos segundos começa uma revolução interna. A pressão arterial e os batimentos cardíacos aumentam para bombear mais sangue para os músculos, e a respiração se acelera para oxigená-los melhor.
Concomitantemente vivenciamos diferentes formas de bloqueio a essas reações (fuga ou ataque) como censuras sociais e principalmente autocensura.
Tenhamos por bloqueios, imposições como termos que cumprir regras sociais, nos submeter as manobras políticas, "engolir" as raivas, medos, aborrecimentos, frustrações, inseguranças. Com isso, muitas vezes nos vemos "impedidos" de reagir imediatamente e portanto, "impossibilitados" de descarregar todo esse mecanismo orgânico "armado" a partir da situação ameaçadora (real ou imaginária).O ser humano possui, por essência, potenciais infinitos de transformação.
A questão está em identificar o que pode e o que não pode ser transformado. Adaptação não pode ter uma conotação passiva, mas sim a de uma aceitação ativa e consciente de uma realidade que não pode ser modificada e com a qual o homem deve aprender a conviver para não ficar sofrendo desnecessariamente. Tem coisas que podemos, tem coisas que não podemos. Identificar limites entre os "possíveis" e os "impossíveis" parece ser a grande questão humana.
Transformação pressupõe identificação daquilo que precisa e pode ser modificado. Dai a necessidade do autoconhecimento e da estimulação dos processos de percepção dos estímulos a nossa volta. Quanto mais nos conhecermos, melhores condições teremos de equilibrar nossas emoções às circunstâncias externas ou modificar o que nos perturba.
Quando ficamos "armados" e prontos para nos defender ou atacar permanentemente, e como se partíssemos do princípio de que perigo pode vir de qualquer parte e a qualquer momento e pode nos atingir. E como se as situações ameaçadoras (reais ou imaginárias) não deixassem de existir, ou não nos dessem "nenhuma folga". Com isso subestimamos nossos potenciais de criatividade e ignoramos forças que possuímos, ou que muitas vezes sequer percebemos que temos.
O stress (estresse) pode ser considerado uma psicopatologia quando inibe qualquer possibilidade de resgate de descontração (o "desarmar") podendo bloquear tanto elaborações interiores (mundo subjetivo das emoções) como atitudes e comportamentos diante de diferentes situações (pseudo-alienação, pseudo-inércia etc.)
Não basta compreender o mecanismo do Stress. É fundamental que cada um identifique o grau de conhecimento que tem de si mesmo e do contexto em que vive.
Evite o Stress: 10 dicas relaxantes
As causas do stress acabam, de uma maneira ou outra, sendo construídas pela própria pessoa e vão desde a ansiedade a mudança brusca no estilo de vida e a exposição a um determinado ambiente, que leva a pessoa a sentir um determinado tipo de angústia. Mas há maneira de se evitar isso. Basta seguir estas dicas.
1. Organize-se
Antecipe os detalhes para não se estressar depois. Compras no shopping? Faça uma lista. Salão de beleza? Marque horário com antecedência! Aproveite para eliminar as “obrigações” que não são tão necessárias assim. Avalie cada uma de suas atribulações atuais de acordo com a quantidade de stress que produzem versus o valor que retira de cada uma. Seja radical e faça o que tiver de fazer para eliminar aquelas que lhe proporcionam mais stress do que prazer. Para ter uma vida mais organizada, evite adiar, de deixar para depois. Crie o hábito de “fazer agora” .
2. Reconheça seus limites
Nem sempre é possível resolver um problema na hora em que você quer. Aceite isso e espere a hora certa. Até lá, alivie a pressão compartilhando com seus amigos. Isso pode ajudar também a chegar a uma ideia que lhe auxiliará a encontrar uma solução.
3. Cuide de sua saúde
Descanso e alimentação são fundamentais para manter sua saúde equilibrada além de deixar você bem mais preparado para lidar com o stress durante o dia. Fundamental é também a prática de uma atividade física. Correr, caminhar, jogar tênis ou até mesmo cuidar do jardim são atividades que liberam substâncias calmantes em seu organismo. Não se esqueça de reservar em sua concorrida agenda, espaço para esportes e lazer.
Importante: mesmo quando os pequenos problemas de saúde surgirem, evite a automedicação.
4. Seja social
Isolar-se leva a frustração. Mantenha-se em contato com as pessoas, seja prestativo a um vizinho, participe como voluntário das organizações assistenciais. Este é um bom motivo para fazer novas amizades e tornar a vida mais interessante. Em contrapartida: evite as pessoas difíceis. Sabe aquelas que, realmente, por mais que você seja positivo, altruísta e companheiro, estão sempre querendo enxergar o mal no mundo? Corte relações.
5. Aprenda a relaxar
Crie ambientes calmos para fugir em alguns momentos do dia. Um cantinho no quarto para ler um bom livro, uma fugida do barulho da casa para ouvir uma música agradável em seu quarto. Trabalhe também com aromas relaxantes, presentes em óleos perfumados e essências. Um escalda-pés com quatro gotas de óleo essencial e água bem quentinha alivia a fadiga e induz nosso corpo a sensações agradáveis. E que tal um "recarregador de baterias" portátil? Leve na bolsa um frasquinho com um aroma energizante, e inspire-o quando estiver sem forças. Laranja, ilangue-ilangue, lavanda e canela são indicados para estas ocasiões.
Você pode alegar que não tem como parar nunca. Então, o ideal é aproveitar enquanto realiza tarefas das quais não consegue fugir para dar uma relaxada. Quando estiver no trânsito, use o tempo para alongar os músculos. Estique o braço a frente do corpo e estenda o músculo segurando os dedos com a outra mão. Movimente também o pescoço para um lado e para outro, para aliviar a tensão.
No trabalho, tire os sapatos e pise com um dos pés em uma bolinha de tênis, fazendo movimentos de vaivém. Depois de 2 minutos, repita com o outro pé.
Encontre tempo e espaço para você mesmo!
6. Faça o que gosta
Lembra dos gurus do começo do texto? Alguns deles gostam de padronizar a técnica de relaxamento, transformando-a em moda. Vão dizer que o melhor para aliviar o stress é jogar sementes de melancia para o alto enquanto você canta alguns mantras, por exemplo.
Mas o segredo pode estar em simplesmente fazer o que se gosta. E nessa lista entram também jogar conversa fora com os amigos, o chopinho em um happy hour com moderação, cantar em um karaokê, escrever poemas. Apenas busque dentro de você a atividade que lhe dá prazer, e faça-a com paixão!
7. Aceite Errar
Além de cortar o stress você vai evoluir muito em sua vida e na visão que os outros tem de você. Aceitar errar, ser humilde para reconhecê-lo e estar pronto para aprender uma maneira nova de fazer aquilo que você acreditava só se resolver do seu jeito é um santo remédio.
8. Chore
Sem vergonha e sem medo. Chorar alivia a ansiedade e pode evitar uma enxaqueca.
9. Viva mais devagar
O tempo é o mesmo, desde que o mundo é mundo. Hoje, vivemos quase aos segundos, contando no relógio cada micromovimento durante o dia. Dê um basta nisso e viva mais devagar. Coma saboreando a comida. Fale reforçando cada palavra. Ande curtindo o vento em seu rosto. Dê tempo ao seu tempo.
10. Ajude os outros
Mesmo com a rotina cheia de responsabilidades, encontre tempo para ajudar ao próximo. Seja diretamente ou através de uma instituição séria, seja voluntário levando um pouco do que aprendeu na vida para quem precisa. Isso vai se reverter numa corrente de bem-estar e evolução pessoal.
domingo, 23 de setembro de 2012
Augusto Cury: Controle suas Emoções
Aprenda a controlar suas emoções, acesse o link abaixo
http://www.youtube.com/watch?v=zwIXarM3Dak&feature=related
Taxa de analfabetismo funcional fica estagnada entre 2009 e 2011
Ainda temos muito o que fazer para mudar essa realidade.
http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/2012-09-21/taxa-de-analfabetismo-funcional-fica-estagnada-entre-2009-e-2011.html
Reportagem com Selton Melo sobre a importância da terapia pessoal
Diretor de ‘Sessão de terapia’, Selton Mello fala sobre como a análise o ajudou a sair de crise profissional
Série, que estreia em 1º de outubro no GNT, tem um terapeuta como protagonista
RIO - Recentemente, Selton Mello trocou a casa um tanto isolada onde morava há 12 anos, no alto da Gávea, por um novo lar na Lagoa, mais perto da agitação. Prestes a completar 40 anos, em dezembro, o ator/diretor queria outros ares. A nova e significativa idade, no entanto, não chega com peso. Selton diz estar vivendo um ótimo momento e, em suas palavras, fazendo o que gosta.
Ficou para trás a crise profissional revelada por ele no lançamento de “O palhaço” (filme de 2011, selecionado na semana passada para concorrer a uma indicação ao Oscar pelo Brasil). Na época, o diretor e ator do filme disse que a história do artista de circo com dúvidas em relação à vocação era um reflexo do momento que ele próprio vivia. A psicanálise e a direção, dois dos fatores que o ajudaram a superar essa fase, estão reunidos em seu novo trabalho: “Sessão de terapia”, série de ficção que estreia no GNT em 1º de outubro, às 22h30m:
— A direção veio acrescentar à minha vida. Posso trabalhar na frente das câmeras e atrás também. Este ano me dediquei só à série como diretor, não atuei. E foi ótimo. De repente, ano que vem, atuo. Vou variando. Tenho múltiplas possibilidades, e a terapia me ajudou a chegar a este raciocínio.
A atração é uma versão de “BeTipul”, série criada em 2005 pelo israelense Hagai Levi, e que já teve mais de 30 versões pelo mundo. Dos EUA, vem a mais famosa: “In treatment”, com o ator Gabriel Byrne; na Romênia está a versão favorita de Selton, que recebeu o nome de “In deriva” Em comum, todas têm uma característica que chama a atenção do diretor: a humanização do terapeuta.
— Uma das ignorâncias mais comuns em relação à terapia é achar que o cara vai resolver sua vida. O terapeuta está ali para dar ferramentas e repertório para você se conhecer melhor. É um trabalho nobre. Sou fã da terapia.
A experiência por trás das câmeras do “Sessão de terapia” deu vulto à ainda recente carreira de diretor de Selton. Para a primeira temporada, foram gravados 45 episódios, o equivalente a nove longas-metragens, ele explica. Tudo em 47 dias. O mergulho no universo da série foi profundo. Um outro ângulo da terapia para quem, como ele, faz análise há alguns anos.
O enredo gira em torno de Theo (Zécarlos Machado), um terapeuta que recebe seus pacientes no consultório anexo à sua casa em Higienópolis, em São Paulo. De segunda a quinta, os espectadores acompanham as sessões de quatro deles, um por dia. Na sexta, Theo conversa com sua supervisora, Dora (Selma Egrei). Esse formato é um dos trunfos da atração, na opinião de Selton, já que, na sexta, você conhece os dramas do terapeuta e, inclusive, fica sabendo o que ele pensa sobre cada paciente.
— Quando você assiste à próxima sessão do paciente, já o vê com outros olhos, porque sabe o que o terapeuta pensa. Talvez não seja uma série para todo mundo, há quem ache chata. Mas quem embarca não sai mais, porque é tudo muito humano. São duas pessoas falando numa sala. Exige imaginação do espectador — opina.
A trama básica é a mesma em todas as versões. Até o cenário e alguns movimentos de câmera são similares. Mas Selton não se incomodou com essa estrutura pré-estabelecida:
— Não me senti preso porque há um trabalho delicado de trazer a trama para a realidade brasileira. Além disso, não é uma série onde o diretor deve brilhar: é uma série dos atores. Meu trabalho ali é encontrar o tom certo para eles. Não tenho que ficar mexendo muito a câmera ou fazendo grandes malabarismos visuais. É para ser uma direção simples, o que exige precisão.
Selton acredita que, em comparação a algumas das outras adaptações da série — ele assistiu à israelense, à americana, à russa, à holandesa, à argentina e à romena —, a brasileira tem características bem particulares:
— A nossa talvez tenha mais sangue, mais coração. Vi algumas versões em que a psicanálise é retratada de forma bem fria, os pacientes não se deixam envolver muito. Nós somos latinos, então tem mais emoção, mais passionalidade.
Entusiasta das séries de TV, Selton está animado em seguir esse filão. Já existe um namoro entre ele e o GNT para uma segunda temporada do “Sessão de terapia”, a depender do desempenho destes primeiros 45 episódios. Apesar de confiante no trabalho dos atores e da equipe, ele é ponderado:
— Essa série é um risco grande. Ela tem uns tempos, essa coisa de ser apenas um diálogo... É um desafio prender a atenção do público que está ao mesmo tempo no Facebook ou atendendo telefone. Por outro lado, o Brasil tem tradição de telenovela. O espectador brasileiro está acostumado a acompanhar algo de segunda a sexta. Por isso, acho que a série pode ter uma resposta de público grande.
No ano que vem, além de escrever um novo filme e de atuar no longa “Soundtrack” — dos mesmos diretores do curta “Tarantino’s mind”, no qual atuou ao lado de Seu Jorge —, Selton pensa em criar uma série de ficção para o GNT:
— Começar do zero, inventar... Vamos ver no que dá.
Fã de “Família Soprano”, “A sete palmos” e “Curb your enthusiasm”, ele acha que o formato é um fenômeno e que o Brasil deve surfar nessa onda.
— Nos EUA, já fizeram tudo que era possível no cinema. Efeito especial, explosão, 3D... Mas chega uma hora em que se pensa: o que fazemos agora? E me parece que eles estão voltando alguns passos para o mais humano, sem muita pirotecnia. E isso está aparecendo na TV. Grandes artistas e técnicos estão indo para lá. Hoje em dia, é na TV americana que estão as grandes experimentações de linguagem, e acho que isso começa a vir para cá também. Já fizemos alguns ótimos seriados. O melhor, para mim, chama-se “Filhos do carnaval” (exibido em 2006, na HBO). Era uma série lindíssima. A gente pode começar a fazer mais isso, sim — deseja.
sábado, 15 de setembro de 2012
Para estimular criatividade, universidade cria sala da imaginação
Uma escadaria no formato de urso panda, uma mesa de bilhar com obstáculos e um sofá modular que vira uma cama gigante. Esses são alguns dos objetos que fazem parte do salão da imaginação (imagine lounge) montado pela Universidade de Bangcoc para estimular a criatividade dos estudantes.
A área, que entrou em uso em agosto, é uma iniciativa pioneira nas universidades do país e deverá ser utilizada por mil alunos a cada dia. A decoração de cores fortes e traços ousados custou cerca de 20 milhões de bahts, a moeda local (aproximadamente R$ 1,2 milhão).
"O que queremos é dispor de um espaço multidisciplinar e multidimensional para estimular a mente. Com isso, estamos preparando nossos alunos para a sociedade criativa de hoje em dia", disse Petch Osathanugrah, diretor executivo e milionário herdeiro da instituição.
O lounge é uma área de estudos e diversão que estará aberta a todos os cerca de 20 mil alunos da universidade, mediante o pagamento de uma taxa de manutenção.
O centro criativo será palco de atividades, workshops e debates entre estudantes, profissionais e professores.
Diversão
Além de contar com uma biblioteca de gibis e livros de arte, o espaço também oferece opções de lazer como uma minidiscoteca, uma área para concertos de bandas de garagem e até um cantinho para a prática de lutas marciais.
"Nesse projeto redefinimos o que se espera de uma instalação educacional", avalia Pitupong Chaowakul, arquiteto do escritório Supermachine, responsável pelo design. Avaliando o resultado, fica claro que "a universidade leva a diversão muito à sério", diz.
No térreo ficam os livros, o café e a área de leitura que se conectam ao mezanino por uma escada em formato de urso panda ou uma barra de escorregar, como aquelas utilizadas pelos bombeiros.
No mezanino há, entre outras coisas, uma sala toda em rosa-choque dedicada à dança, com globo de espelhos e barra de pole dance.
"Por que não fazer uma pausa na leitura, ir dançar na barra de pole dance por uns cinco minutos e depois voltar? É saudável!", brinca Chaowakul. "Não queremos nada comum e chato. Para a criatividade crescer e florescer é preciso um ambiente propício" conclui Osathanugrah.
O salão da criatividade estará aberto à visitação pública em horário comercial e se localiza no prédio principal do campus de Rangsit, ao norte de Bangcoc.
O prédio é uma criação em forma de diamante, vencedora de diversos prêmios de arquitetura na Ásia e destino obrigatório de pessoas interessadas em design.
sábado, 8 de setembro de 2012
Digestão intelectual
"Somente a consciência individual do agente dá testemunho dos atos sem testemunha, e não há ato mais desprovido de testemunha externa do que o ato de conhecer."
OLAVO DE CARVALHO
Tudo o que escrevi, incluindo o mais abstrato, nasceu direto da experiência -- do esforço de traduzir em símbolos e conceitos aquilo que a vida mesma parecia me dizer.
Não me lembro de ter jamais reagido de maneira puramente intelectual a um estímulo intelectual, muito menos de maneira verbal a um estímulo verbal. Os produtos culturais, livros, idéias, fórmulas, não exercem sobre mim nenhum impacto antes de uma longa digestão vivencial. Minha primeira leitura ou audição é inteiramente passiva e até inocente. Entrego-me indefeso e sem reação ao que estou lendo, ouvindo, vendo. Deixo que tudo se acumule na memória e que as coisas sem interesse acabem escoando sozinhas pelo ralo do esquecimento. As que sobram bóiam um tempo à superfície da consciência, afundam, somem, voltam à tona, reaparecem em sonhos ou em clarões fugazes, dias ou semanas depois. Nesse ínterim sofreram alterações, adaptaram-se de algum modo ao meu metabolismo interior. Quando voltam, já não são criaturas estranhas: são habitantes do meu cenário pessoal. Mesmo então, não me ocupo delas deliberadamente. Deixo que repousem, como livros nas estantes, até o momento em que pareçam ter alguma utilidade. Isto acontece quando algum fato, espoucando no mundo exterior ou brotando espontaneamente da memória, se aproxima delas por semelhança, contraste ou alguma outra razão, exigindo ser expresso nos termos delas ou rejeitando-os violentamente. É só quando solicitam repetidamente minha atenção que começo realmente a “pensar” nelas. “Pensar” não é bem o termo. Tento, primeiro, exprimi-las, dizer o que dizem. Se tudo vai bem, anoto-as, mas só para fins de registro. Tornaram-se minhas, mas ainda não as assumo como crenças pessoais: são só impressões, que o desenrolar da vida pode desmentir, alterar, ampliar, fundir. Às vezes, porém, não chegam sequer a esse ponto. Na hora de exprimi-las, noto que não consigo dizê-las numa voz interior que eu reconheça como minha. Fazem soar uma nota falsa. Em algum ponto estão raspando, forçando passagem, estranguladas num conduto mental que as rejeita. Isto ainda não tem nada a ver com recusa intelectual, com negação consciente. É um simples sentimento de falta de naturalidade, um desconforto quase físico, como se eu tentasse engolir um bife de plástico. Elas apenas ainda não se harmonizaram o bastante com o meu modo de ser para que eu possa fazer delas objeto de discussão interior, exame refletido, concordância ou discordância. Então decreto sumariamente que não as compreendi, e deposito-as num arquivo de encrencas, à espera de que o curso das coisas, as leituras ou a sorte as completem, as corrijam ou, de algum modo, as digam melhor. Quanto às outras, as de expressão fácil, é só quando chego a perceber claramente suas implicações na minha vida real que começam a significar algo para mim. E é somente aí que começa o trabalho verdadeiramente intelectual de examiná-las, criticá-las, conferi-las com as palavras dos mestres e o estado da ciência, julgá-las e, por fim, explicá-las oralmente ou por escrito.
Quem vê a prontidão das minhas respostas não imagina a lerdeza e a complicação do meu processo mental. É que não me meto a discutir senão assuntos longamente metabolizados, tornados familiares não só à minha memória mas ao meu modo de ser. Então as respostas vêm fáceis, parecendo improvisos, lampejos gratuitos de um dom natural de compreender num relançe. Mas não são nada disso: são frutos de um trabalhoso “saber de experiência feito”, de uma complexa e lenta ruminação bovina. Não que esta me seja desagradável e dolorosa. Ao contrário: ela sim me é natural, é meu autêntico ritmo interior, o modo de ser arraigado e renitente de um típico “secundário” da caracterologia de Le Senne.
Justamente por isso não me reconheço no “Pensador” de Rodin. Aquela concentração dolorida, aquela crispação não têm nada a ver comigo. Meu processo é lento, profundo e confortável como o silencioso operar das funções orgânicas. Tem seus percalços, suas perturbações, como todos os processos naturais. Mas recusa-se obstinadamente a sair das linhas que o giro normal do cosmos lhe prescreveu. Nada me desagrada mais do que solicitarem minha atenção para o mundo exterior quando estou imerso no meu secreto mar de símbolos. Se o tempo é a substância da vida, a atenção é a seiva do espírito. Detesto que me suguem a seiva no instante em que a estou renovando por um mergulho no fundo da natureza das coisas tal como ela se manifesta na minha própria natureza.
O “pensar”, para mim, é só a última e mais superficial etapa de um trabalho complicado que passa pelas sensações, pela memória, pelos sentimentos, pela imaginação. Pensar é fácil, depois que você já escavou o material do fundo da experiência. O problema é que nossos intelectuais de hoje, mesmo quando pensam direito, pensam sem material. Sua experiência é de superfície, de segunda mão, é experiência “cultural” colhida da conversação comum e dos “topoi”. No que escrevem há idéias, opiniões: nenhuma “impressão autêntica”, como as chamava Saul Bellow.
Por isso também é raro que eu consiga escrever algo que já não tenha falado. Com muitos escritores acontece o contrário: se falam, perdem a substância do que iam escrever, como numa ejaculação precoce, num presente-suspresa prematuramente revelado. Precisam do segredo para criar. Mas minhas palavras são secretas por natureza. Brotam de uma obscura elaboração orgânica e não poderiam sair da toca antes do tempo, mesmo que quisessem. A expressão escrita não me vem sem aquela preparação indispensável que é a tentativa oral, seja em conversas informais, seja em aula. É impossível passar direto de uma vivência quase corporal à expressão escrita. A fala em voz alta, com os gestos e entonações que a sublinham, é um intermediário indispensável. Só consigo escrever quando sei que gestos e entonações a frase escrita deve imitar para que nelas transpareça a pessoa inteira do seu autor. Pois só a pessoa inteira pode dar testemunho da realidade que presenciou.
Registro estas coisas não porque elas sejam interessantes em si mesmas, mas porque podem ajudar alguns leitores, por semelhança ou contraste, a observar e compreender melhor o seu próprio processo interior. Cada um de nós é, na orquestra das comunicações humanas, um só instrumento: um violoncelo, uma tuba, uma flauta, um tambor. Cada um tem suas exigências próprias, que é preciso compreender para poder afiná-lo.
Da minha parte, estou persuadido de ser uma trompa de caça, que não clama do alto das amuradas, como os trompetes, nem geme ao pé dos ouvidos apaixonados, como os violinos, mas ressoa do fundo da floresta, indicando o caminho aos caçadores ou alertando para a proximidade dos animais de presa.
sábado, 1 de setembro de 2012
Gerenciamento do Tempo
Gerenciar o tempo significa estabelecer e seguir um planejamento de estudo
que vise organizar e priorizar os estudos
em um contexto de atividades competitivas no trabalho, família, etc.
Diretrizes:
Monitore seu tempo
Reflita sobre como utilizar o tempo
Saiba quando estiver perdendo tempo
Saiba quando estiver produtivo
O fato de saber como você utiliza o tempo deve ajudá-lo a planejar e predizer o término de um projeto:
Tenha uma lista de "Faça". Escreva aquilo que tem que fazer, então decida o que fazer naquele momento, o que agendar para mais tarde, o que pedir para alguém fazer e o que adiar para mais tarde.
Faça um planejamento diário/semanal. Anote em caderno ou quadro, por ordem cronológica, compromissos, aulas e reuniões. Sempre saiba de ante-mão o que tem para fazer naquele dia; sempre vá para a cama, sabendo que você está preparado para o dia seguinte.
Faça um planejamento de longo prazo. Use um quadro mensal para que você sempre possa planejar de ante-mão. Planejamentos de longo prazo também servem para lembrá -lo de planejar seu tempo livre construtivamente.
Plano de estudo eficaz
Durma o suficiente; tenha uma dieta bem-balanceada, e tenha momentos de lazer
Dê prioridade as tarefas
Prepare-se para discussões/debates antes da aula
Programe o tempo para rever o material da palestra imediatamente após a aula;
Lembre-se: O esquecimento se dá dentro de 24 horas em que não houve revisão
Programe cinquenta minutos de estudo
Escolha um local para estudo em que não ocorram distrações
Busque "períodos onde o silêcio impere"
Programe, tanto quanto possível, horas de estudo durante o dia
Programe uma revisão semanal
Previna-se para não se tornar escravo de seu planejamento.
A satisfação em "riscar" uma tarefa executada pode gerar um sentimento de realização, até mesmo um sentimento gratificante de missão cumprida!
Veja também:
Gerenciamento do tempo | Gestão do tempo diário | Evite a procratinação |
Auto-Disciplina | Organizando Projetos de Estudo | Como falar em público
Como lidar com stress
Primeiro você precisa reconhecer o stress:
Sintomas de Stress incluem manifestações mentais, físicas e sociais.
Estes sintomas incluem exaustão, perda ou aumento de apetite, dores de cabeça, tristeza, insônia e sonolência. Escapismo através do álcool, drogas e outros comportamentos compulsivos também são indícios freqüentes.
Sensações de preocupação, frustração ou apatia podem acompanhar o stress.
Se você sente que o stress está afetando os seus estudos, uma primeira opção é procurar ajuda por meio do seu centro de acompanhamento educacional.
O Combate à Tensão é a habilidade de manter o controle quando situações, pessoas e eventos fazem exigências extremas. O que você pode fazer para gerenciar o seu stress? Quais as possíveis estratégias?
Tente ser positivo
Dê a si mesmo, preferencialmente, palavras inspiradoras sobre de que modo você pode obter sucesso a despeito das dificuldades do que "como tudo está horrível". "O Stress pode, de fato, ajudar a memória, favorecendo-a na lembrança de curto-prazo e não prejudicando tão seriamente.O Stress ocasiona que mais glicose seja liberada para o cérebro, o que disponibiliza mais energia para os neurônios. Isto por sua vez melhora a construção e recuperação das memórias. Por outro lado, se o stress for prolongado, isto pode impedir a disponibilidade de glicose e atrapalhar a memória. All Stressed Up, St. Paul Pioneer Press Dispatch, p. 8B, Monday, November 30, 1998
Tente "utilizar" o stress
Se você não consegue lutar contra algo que o está incomodando e não tem como fugir agüente firme e tente usar isto de uma maneira produtiva.
Olhe à sua volta
Veja se realmente existe alguma coisa que você possa mudar ou controlar na situação. Aprenda como relaxar melhor
Meditação e exercícios respiratórios têm provado ser bastante efetivos no controle do Stress.
Crie o hábito de purificar sua mente de pensamentos nocivos.
Liberte-se de situações estressantes
Diariamente conceda a si mesmo, ao menos por alguns momentos, uma pausa para respirar. Defina objetivos realistas para si próprio
Reduza o número de eventos ocorrendo em sua vida e você talvez reduza a sobrecarga no percurso.
Não transpire por coisas pequenas
Tente priorizar um pequeno número de coisas realmente importantes e deixe o resto de lado. Não sobrecarregue a si mesmo
se agoniando por causa do seu trabalho inteiro. Cuide de cada tarefa conforme ela chega ou, seletivamente, trate das questões por meio de alguma prioridade.
Seletivamente mude os seus padrões de reação,
mas não tanto de uma vez só. Concentre-se em uma única coisa preocupante e administre suas reações a isto/ele/ela Mude a sua maneira de ver as coisas
Aprenda a reconhecer o stress pelo que ele é. Aumente a reatividade do seu corpo e faça um autocontrole do stress.
Evite reações extremas;
Para que odiar quando uma pequena antipatia é o bastante? Por que ficar angustiado quando se pode ficar apenas tenso? Por que se enfurecer quando raiva já faz o trabalho? Para que ser deprimido quando você pode apenas ficar triste? Faça alguma coisa pelos outros
para ajudar a desligar o pensamento de si próprio
Durma o suficiente
A falta do sono só agrava o stress. Livre-se gradualmente do stress
com atividades físicas, seja uma caminhada, tênis ou jardinagem.
Evite automedicação ou escapismos
Álcool e drogas podem mascarar o stress. Mas eles não ajudam a tratar dos problemas. Desenvolva uma segunda pele
O ponto principal do tratamento do Stress é "Eu me preocupo comigo mesmo"
O mais importante é que, se o stress está lhe colocando em um estado intratável ou interferindo em sua atividade escolar, vida social e/ou profissional, procure auxílio profissional no departamento de aconselhamento pedagógico de sua instituição de ensino.
domingo, 26 de agosto de 2012
ATIVIDADE NEURÓBICA
Evitar fazer tudo no automático ajuda a turbinar a memória e a concentração
Por Natalia do Vale - publicado em 24/05/2010
Quem foi que disse que o cérebro não precisa de exercícios para se manter ativo? Se o nosso corpo necessita de malhação para ficar sempre em ordem e cheio de disposição, por que com a mente seria diferente?
O cérebro também vai perdendo sua capacidade produtiva ao longo dos anos e, se não for treinado com exercícios, pode falhar. O neurocientista norte-americano, Larry Katz, autor do livro Mantenha seu Cérebro Vivo, criou o que é chamado de neuróbica, ou seja, uma ginástica específica para o cérebro.
A teoria de Katz é baseada no argumento de que, tal como o corpo, para se desenvolver de forma equilibrada e plena, a mente também precisa ser treinada, estimulada e desenvolvida. É comum não prestamos atenção naquilo que fazemos de forma mecânica, por isso costumamos esquecer das ações que executamos pouco tempo depois.
"O objetivo da neuróbica é estimular os cinco sentidos por meio de exercícios, fazendo com que você preste mais atenção nas suas ações e então, melhore seu poder de concentração e a sua memória", explica a psicóloga especialista em análise comportamental e cognitiva, Mariuza Pregnolato. "Não se trata de acrescentar novas atividades à sua rotina, mas de fazer de forma diferente o que é realizado diariamente".
NEURÓBICA
Para o neurologista da Unifesp Ivan Okamoto, tais exercícios ajudam a desenvolver habilidades motoras e mentais que não costumamos ter em nosso dia a dia, porém, tais habilidades em nada se relacionam com a memória.
"Se você é destro e começa a escrever com a mão esquerda, desenvolverá sua coordenação motora de modo a conseguir escrever com as duas mãos e caso um dia, tenha algum problema que limite a escrita com a mão direita, terá a esquerda bem capacitada para isso. Mas o fato de praticar este tipo de exercício não significa que você se verá livre de problemas como esquecer de pagar as contas, tomar o remédio, ou algo do gênero", explica o especialista.
Como funciona a neuróbica?
A neuróbica consiste na inversão da ordem de alguns movimentos comuns em nosso dia a dia, alterando nossa forma de percepção, sem, contudo, ter que modificar nossa rotina. O objetivo é executar de forma consciente as ações que levam à reações emocionais e cerebrais. São exercícios que vão desde ler ao contrário até conversar com o vizinho que nunca dá bom dia, mas que mexem com aspectos físicos, emocionais e mentais do nosso corpo. "São esses hábitos que ajudam a estimular a produção de nutrientes no cérebro desenvolvendo suas células e deixando-o mais saudável", explica Mariuza Pregnolato.
Quanto mais o cérebro é treinado, mais afiado ele ficará, mas para isso não precisa se matar nos testes de QI ou nas palavras cruzadas para ter resultados satisfatórios. "Estas atividades funcionam, mas a neuróbica é ainda mais simples. Em vez de se inscrever em um super desafio de matemática e ficar decorando fórmulas, que tal vestir-se de olhos fechados ou andar de trás para frente?", sugere a especialista. A proposta da neuróbica é mudar o comportamento rotineiro para "forçar" a memória. Por isso, é recomendável virar fotos de cabeça para baixo para concentrar a atenção ou usar um novo caminho para ir ao trabalho.
O papel dos sentidos
O programa de exercícios da neuróbica oferece ao cérebro experiências fora da rotina, usando várias combinações de seus sentidos - visão, olfato, tato, paladar e audição, além dos "sentidos" de cunho emocional e social.
"Os exercícios usam os cinco sentidos para estimular a tendência natural do cérebro de formar associações entre diferentes tipos de informações, assim, quando você veste uma roupa no escuro, coloca seus sentidos em sinal de alerta para a nova situação. Se a visão foi dificultada, e é isso que faz com que você sinta o efeito dos exercícios, outros sentidos serão aguçados como compensação", explica Mariuza.
Para estimular o paladar, uma dica bacana é fazer combinações gastronômicas inusitadas. Já pensou em misturar doce com salgado? Maionese com leite condensado?
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Corpinho de 40 e mente de 20!
A neuróbica não vai lhe devolver o cérebro dos vinte anos, mas pode ajudá-lo a acessar o seu arquivo de memórias. "Não dá para aumentar nossa capacidade cerebral, o que acontece é que com os exercícios você consegue ativar áreas do seu cérebro que deixou de usar por falta de treino", explica Mariuza.
"Você só estimula o cérebro se o exercita, por isso quem sempre esteve atento a esta questão terá menos problemas de saúde cerebral, como demência e doenças cognitivas, como Alzheimer".
21 dicas para você montar seu treino
O desafio da neuróbica é fazer tudo aquilo que contraria ações automáticas, obrigando o cérebro a um trabalho adicional, por isso:
1-Use o relógio de pulso no braço direito;
2-Ande pela casa de trás para frente;
3-Vista-se de olhos fechados;
4-Estimule o paladar, coma comidas diferentes;
5-Leia ou veja fotos de cabeça para baixo concentrando-se em pormenores nos quais nunca tinha reparado;
6-Veja as horas num espelho;
7-Troque o mouse do computador de lado;
8-Escreva ou escove os dentes utilizando a mão esquerda - ou a direita, se for canhoto;
9-Quando for trabalhar, utilize um percurso diferente do habitual;
10-Introduza pequenas mudanças nos seus hábitos cotidianos, transformando-os em desafios para o seu cérebro;
11-Folheie uma revista e procure uma fotografia que lhe chame a atenção. Agora pense 25 adjetivos que ache que a descrevem a imagem ou o tema fotografado;
12-Quando for a um restaurante, tente identificar os ingredientes que compõem o prato que escolheu e concentre-se nos sabores mais subtis. No final, tire a prova dos nove junto ao garçom ou chef;
13-Ao entrar numa sala onde esteja muita gente, tente determinar quantas pessoas estão do lado esquerdo e do lado direito. Identifique os objetos que decoram a sala, feche os olhos e enumere-os;
14-Selecione uma frase de um livro e tente formar uma frase diferente utilizando as mesmas palavras;
15-Experimente jogar qualquer jogo ou praticar qualquer atividade que nunca tenha tentado antes.
16-Compre um quebra cabeças e tente encaixar as peças corretas o mais rapidamente que conseguir, cronometrando o tempo. Repita a operação e veja se progrediu;
17-Experimente memorizar aquilo que precisa comprar no supermercado, em vez de elaborar uma lista. Utilize técnicas de memorização ou separe mentalmente o tipo de produtos que precisa. Desde que funcionem, todos os métodos são válidos;
18-Recorrendo a um dicionário, aprenda uma palavra nova todos os dias e tente introduzi-la (adequadamente!) nas conversas que tiver;
19-Ouça as notícias na rádio ou na televisão quando acordar. Durante o dia escreva os pontos principais de que se lembrar;
20-Ao ler uma palavra pense em outras cinco que começam com a mesma letra;
21-A proposta é mudar o comportamento rotineiro. Tente, faça alguma atividade diferente com seu outro lado do corpo e estimule o seu cérebro. Se você é destro, que tal escrever com a outra mão?
Hábitos saudáveis
Outra atitude indispensável para manter a memória sempre afiada, é prestar atenção na qualidade de vida. O neurologista Ivan Okamoto sugere um estilo de vida mais tranquilo, com alimentação balanceada, sem vícios e com a prática regular de exercícios físicos para manter o corpo e a mente saudáveis.
"A melhor maneira de manter a memória em dia é cuidar da saúde, por isso é importante evitar cigarro e bebidas alcoólicas, seguir uma dieta equilibrada, praticar exercícios e exercitar o cérebro. Manter a atividade mental, seja trabalhando ou participando de alguma atividade em grupo, ajuda a elevar a autoestima e deixar a memória a todo vapor", explica o especialista.
Exercícios para estimular o cérebro
Publicado por Redação em 31/01/2011 às 19h17
Hora de turbinar seu raciocínio! Os testes que você confere a seguir, tirados do livro "Deixe seu cérebro em forma", estimulam os dois lados do cérebro, treinam a agilidade mental e ainda testam sua memória. Cérebro à obra!
Texto • Redação
EXERCÍCIO 1: textos policiais
Leia as histórias a seguir uma vez. Depois, tente responder às perguntas propostas SEM CONSULTAR O TEXTO.
Conto da caixa registradora
Um comerciante tinha acabado de apagar as luzes da loja quando apareceu um homem exigindo dinheiro. O dono do estabelecimento abriu a caixa registradora. Tudo o que havia nela foi levado pelo homem, que fugiu correndo. Um policial foi notificado imediatamente.
PERGUNTAS
1 – O homem que abriu a caixa registradora era o dono. Certo ou errado?
2 – O homem só apareceu depois que as luzes foram apagadas. Certo ou errado?
3 – O assaltante era um homem. Certo ou errado?
4 – Nesse conto, há uma série de fatos em que apenas quatro pessoas são citadas: o dono da loja, o homem que pediu dinheiro e dois policiais. Certo ou errado?
A perseguição de carro
Um BMW em alta velocidade contornou o tribunal, perseguido por um Mercedes preto. Cantando pneu, furou um sinal que estava passando para o vermelho e, por pouco, não atropelou um idoso que atravessava a rua com uma bengala e uma sacola de supermercado. Um carro da polícia vinha no sentido oposto com as luzes e a sirene ligadas. O BMW desviou-se para evitar o carro da polícia, mas o Mercedes bateu num hidrante, que começou a esguichar água, fazendo a alegria das crianças no bairro.
PERGUNTAS
1 – Em que direção vinha o carro da polícia?
2 – Quantas coisas o idoso carregava?
3 – Qual a cor do sinal de trânsito?
4 – Qual dos carros bateu no hidrante?
E aí, como você se saiu?
Quantas das perguntas você conseguiu responder corretamente sem olhar no texto? E o que o ajudou a se recordar deles? Por exemplo, você leu mais devagar, pesquisou os dados na mente ou visualizou os fatos? Reflita sobre sua performance neste exercício e tente repetí-lo com outros textos no futuro. E fique atento: temos mais facilidade de nos lembrar de histórias de conteúdo emocional, como as que envolvem crimes, do que as que não têm essa natureza.
sábado, 18 de agosto de 2012
Escrever bem, é simples
Aproveito o feriado de sexta-feira para dividir com você texto publicado há algumas semanas em O Globo, no qual a professora de Língua Portuguesa Erika de Souza Bueno mostra que a escrita de qualidade pode ser bem mais simples do que imaginamos. Neste artigo, a coordenadora-pedagógica do Planeta Educação/Vitae Futurekids desmistifica algumas regras da gramática. Faça bom proveito, é simples:
Não é preciso ser professor de língua portuguesa para conhecê-la. Os gramáticos não são os únicos capazes de produzir textos coerentes, concisos e adequados. Não, a língua portuguesa não é a mais difícil de ser entendida. Não, português não é difícil de aprender. Acredite, você é capaz de produzir textos concisos, caprichados e perfeitamente entendíveis às pessoas que você deseja que tenham acesso a eles.
Para começar, defina seu assunto, ou seja, sobre o que você pretende falar ou discursar. Entenda que não é o título (ao concluir seu texto, não se esqueça dele), mas o assunto a ser desenvolvido, aquele que será seu objeto de análise, tal como uma matéria-prima que precisa ser moldada para ter os formatos de acordo com o estilo de cada um. Uma das dicas para isso é inserir em seu cotidiano a leitura em suas formas verbais e não verbais, tendo um olhar atencioso a todas as formas de textos que o rodeiam, tais como propaganda, fôlder, charge, placa de trânsito, anúncio de emprego, discurso de algum político, enfim, atente-se a tudo o que é capaz de transmitir uma mensagem. Aproveite para se questionar sobre como esses exemplos conseguem fazer com que uma mensagem seja entendida por um determinado grupo de pessoas. Bom, escolhido o assunto, defina, indispensavelmente, seu público-alvo, pois ninguém escreve bem se não souber para quem vai escrever. Essa dica vale até mesmo se você desejar que seu texto seja lido por um grande número de pessoas. Nesse caso, utilize-se de uma linguagem simples e formal, ou seja, não utilize palavras que parecem existir apenas em dicionários e, muito menos, não utilize expressões grosseiras e gírias.
Observadas essas dicas, você pode, enfim, começar seu rascunho. Isso mesmo! Rascunho, pois um bom texto, na maioria das vezes, é o resultado de uma releitura realizada pelo próprio autor. Isso acontece porque, ao reler o que escrevemos, vamos identificando outras formas de passar a mesma informação. Nesse processo, aumentamos nossa garantia de que a mensagem será entendida pelos nossos receptores. A partir de seu primeiro rascunho montado, faça uma releitura atenciosa, verificando se existe alguma palavra escrita incorretamente ou, ainda, se é necessário mudar a ordem em que as frases foram escritas. Aproveite essa releitura, também, para verificar se não existem formas mais claras de dizer alguma sentença, apostando na simplicidade das falas e na consequente clareza da mensagem. Por falar em simplicidade, entenda-a como um dos caminhos para a concisão de seu texto.
Por exemplo, em vez de começar um e-mail com “Venho por meio deste solicitar minha transferência de setor”, prefira, simplesmente, “Solicito minha transferência de setor”, não se esquecendo de começá-lo com os devidos cumprimentos. Aproveite esse momento, ainda, para identificar possíveis pleonasmos, pois eles cansam o leitor, impedindo-o, muitas vezes, de completar a leitura. Exclua de seu texto, por exemplo, expressões como “elo de ligação”, “sair para fora”, “calçar os sapatos nos pés”, entre tantas outras. Para finalizar, na releitura de seu próprio texto, tente atentar-se para regras simples da língua portuguesa, ou seja: Não separe sujeito e verbo, e acentue todas as proparoxítonas. Analise os parênteses.
Compreenda que tudo pode acontecer dentro deles, ou seja, outras vírgulas, pontos-finais e, até mesmo, exclamação e interrogação. Por isso, primeiramente, analise sua frase sem eles e, somente depois, volte seu olhar para analisar o que foi escrito, verificando se há mesmo a necessidade de inseri-los. Verifique se as palavras terminadas em ágio, égio, ógio e úgio estão devidamente acentuadas, bem como se a crase não foi inserida antes de palavras do gênero masculino ou antes de verbos no infinitivo. Se seu texto obedecer às regras da Nova Ortografia, exclua o trema e os acentos de paroxítonas “oi/ei”, bem como o circunflexo de formas verbais como “veem e creem”.
Lembre-se que temos até o fim de 2012 para nos adequarmos a ela. Se for utilizar os verbos “tem” e “vem” no plural, não se esqueça de acentuá-los. Atente-se para a escrita correta de cada palavra, verificando se não está faltando nenhuma letrinha. Em caso de ênclise, principalmente no Word (o Word insiste em eliminar alguns acentos indevidamente), verifique se os verbos (com exceção apenas de verbos terminados em “ir”) estão acentuados, como ocorre em “identificá-lo, rompê-lo, construí-lo”. Ainda falando em colocação pronominal, identifique se o pronome não está sendo atraído por palavrinhas como “não, jamais, quanto, quem, que…”. Por exemplo, em vez de escrever “não negaram-me a certidão”, escreva “não me negaram a certidão”. Evite o gerundismo, pois, assim como o pleonasmo, também pode desmotivar a leitura.
Veja se você não repetiu alguns termos desnecessariamente, lembrando que a razão de os pronomes existirem é exatamente essa, ou seja, substituir palavras, retomando seu completo significado. Além dessas regras que podem ser lembradas mais facilmente, vale mais uma dica muito importante: peça que outra pessoa leia seu texto, pois nada como um olhar diferente para apontar algumas falhas que, mesmo após a nossa releitura, não conseguimos identificar. ERIKA DE SOUZA BUENO é professora de Língua Portuguesa, coordenadora-pedagógica do Planeta Educação/Vitae Futurekids.
O CARRO
Era uma vez um rapaz que ia muito mal na escola. Sua notas e comportamento eram uma decepção para seus pais que, como bons cristãos, sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido. Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente.
Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho. Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau!
O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou! fora aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel. Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa era uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse. A partir daquele dia, o silêncio e distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família. O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. Faleceu.
No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele. Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: "Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe agradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".
Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto. Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isso leva a erros terríveis e a um fim ainda pior. Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, verá que há também um "cheque escondido" em todas as adversidades da vida.
domingo, 12 de agosto de 2012
Sentimento de culpa leva à autopunição por Rosemeire Zago
"A verdade sai do erro. Por isso nunca tive medo de errar, nem dele me arrependi seriamente"
Essa frase ao lado do psiquiatra suíço C. G. Jung (1875-1961) nos faz refletir sobre muitas coisas... Quase sempre chegamos na verdade ao errarmos. É isso mesmo! Mas, quantos erros cometemos até chegarmos na verdade?
Isso não importa, o que deve importar mesmo é a experiência adquirida e o crescimento obtido. Mas nem sempre temos essa consciência e, na maior parte do tempo, os erros cometidos são transformados em culpas. Alguns passam a vida errando e se culpando; outros sendo vítimas dos erros dos outros, e culpando-os; outros não fazem nada ou em tudo que fazem, são culpados; e outros, ainda para justificarem seus próprios erros, nos culpam. Que loucura, não?
Culpa é o sentimento de ser indigno, mau, ruim, carrega remorso e censura. A culpa é o resultado de muita raiva guardada que se volta contra nós mesmos. Poderíamos resumir assim:
Raiva + mágoas reprimidas = culpa = autopunição
Esse sentimento que corrói nossa alma e que muitas vezes nos impede de sermos nós mesmos, tem muitas variáveis difíceis de se esgotar. Mas podemos refletir sobre alguns aspectos geradores de culpa.
Características de quem sente culpa
- Preocupação excessiva com a opinião dos outros;
- Sente-se mal quando recebe algo, pois na verdade não se considera digno de aceitar o que os outros dão;
- Fala repetidamente sobre o que motivou a sentir culpa;
- Raiva reprimida;
- Dificuldade em assumir responsabilidade pelos próprios atos;
- Sente-se rejeitado;
- Responsabiliza o outro pelo próprio sofrimento;
- Sente-se vítima em algumas ou muitas situações;
- Geralmente se pune ficando doente, ou sendo vítima frequente de acidentes, ou seja, autopunições constantes;
- Dificuldade em expressar os reais sentimentos;
- Não consegue falar 'não';
- Necessidade em agradar;
- Sempre fazendo algo pelos outros e raramente para si mesmo;
- Dificuldade em fazer algo só para si;
- Não consegue administrar o tempo, pois está sempre sobrecarregado;
- Baixa autoestima;
- Falta de amor-próprio.
Você pode se identificar com essas características ou ter outras, o importante é reconhecer que a culpa traz muitas consequências em nosso modo de ser e agir. Perceba como se sente, elevando assim seu autoconhecimento para mudar o que te faz sofrer.
A culpa pode ser gerada pela (o)
- Religião;
- Morte;
- Manipulação;
- Crítica;
- Regras;
- Acusações;
- Repressão;
- Rigidez;
- Inflexibilidade;
- Julgamento;
- Controle;
- Dependência;
- Superproteção;
- Raiva;
- Medo;
- Rejeição;
- Abandono;
- Abusos;
- Mentira;
- Prazer;
- Felicidade;
- Dinheiro;
- Sucesso;
- Expectativa;
- Comparações;
- Necessidade de agradar;
- Comodismo/ falta de atitude;
- Sentimentos de impotência;
- Preconceito;
- Segredos, principalmente entre os familiares.
Aqui estão algumas causas do sentimento de culpa. A origem de sua culpa pode ser outra, ou serem várias. Procure ter a consciência exata da origem do seu sentimento de culpa. Explore um pouco mais sobre o que gerou em você a culpa. Comece perguntando-se: O que me faz sentir culpa? De não ter sido amado? Ter sido rejeitado, abandonado? Ter acreditado que recebia amor, quando na verdade recebia apenas o que acreditava ser amor? Ter sido vítima de maus tratos e abuso sexual ainda criança? Terem me ocultado a verdade, o que me obrigou a acreditar e conviver com a mentira? De não ter sido amado?
Faça uma lista de todas as culpas que você sente, por maior que possa ser a lista, faça! Isso o ajudará a compreender melhor seus sentimentos e conflitos gerados pela culpa. Analise as situações em que aconteceram os fatos e se você efetivamente tinha condições de agir diferente de como agiu. Depois continue sua análise. Onde, quando e por que começou cada uma delas? Quais são as situações que me sinto culpado pelo que fiz ou deixei de fazer? Quais eram meus valores em relação ao assunto quando agi daquela forma? Se fosse hoje minha atitude seria diferente? Como? Quem fazia ou faz com que eu me culpe? Busque a relação da culpa atual com seu histórico de vida. O objetivo desse exercício não é buscar mais culpados, mas explorar os motivos pelos quais ainda se culpa, se responsabilizando pelos seus atos, e mudar o que pode ainda ser mudado, libertando-se desse sentimento que aprisiona e impede o crescimento.
Consequências da culpa
- Autopunição;
- Medo;
- Sofrimento;
- Remorso;
- Estagnação;
- Doença - segundo alguns estudos, a culpa está presente em praticamente a maioria das pessoas portadoras de câncer;
- Tristeza/depressão;
- Submissão;
- Prisão emocional;
- Solidão;
- Dificuldade em impor limites, dizer não;
- Fuga através do álcool, drogas;
- Compulsão alimentar;
- Conflitos internos e nas relações ;
- Dificuldade em sentir prazer;
- Destruição da autoestima e amor-próprio.
As consequências da culpa são muitas, isso ocorre porque com a culpa está sempre presente a necessidade, ainda que inconsciente, de autopunição. É certo que a culpa pode ser um sinal de alerta sobre falta de limite e respeito pelo outro; ou a indicação que é preciso mudar algum padrão de comportamento. Caso contrário, poderá continuar machucando aqueles que lhes são mais caros.
O mais indicado sempre é responsabilizar-se e não se culpar, pois a culpa faz com que permaneçamos no papel de vítima e esse traz apenas estagnação e repetição de padrão, não proporciona crescimento. A responsabilidade faz com que acreditemos na capacidade de mudar. E todos nós temos essa capacidade!
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