sábado, 27 de abril de 2013

Stress e Ansiedade

Stress e ansiedade não são a mesma coisa mas quando um cura-se o outro vai embora sozinho. O stress é uma resposta instável a fatores externos que provoca efeitos a curto, médio e a longo prazo e que podem até mesmo danificar o cérebro. Já a ansiedade é aquela sensação exagerada de medo, temor ou pavor que se instala diante de determinadas situações gerando sintomas como taquicardia, sensação de falta de ar e de aperto no peito, por exemplo. Sintomas de stress O stress pode se manifestar em duas formas diferentes, o stress físico e o emocional. Veja uma lista com cada um desses sintomas: Sintomas de stress psicológico: Ansiedade, angústia, nervosismo, preocupação em excesso, Irritação, medo, impaciência, Problemas de concentração e de memória, Desorganização, dificuldade em tomar decisões, Cometer mais erros que o habitual, esquecimentos, Sensação de perda do controle. Sintomas físicos do stress: Problemas cardíacos e gastrointestinais, Diminuição das defesas do organismo, Alergias, asma, insônia, diabetes, Tensão muscular, mãos frias e suadas, Dor de cabeça ou enxaqueca, problemas de pele, Queda de cabelo anormal. O primeiro passo para combater o stess é identificar os fatores que o provocam, e dessa forma é possível aumentar a resistência ao stresse melhorar a saúde ao mesmo tempo. Por isso: administre o tempo(defina tarefas, objetivos e prioridades); adote uma atitude tolerante porém pró-ativa; pratique alguma atividade física regularmente (caminhadas, bicicleta, academia, ...); faça refeições saudáveis e pobres em gordura, facilita o funcionamento do organismo; agende um fim de semana para relaxar a cada 3 meses ou de acordo com a necessidade; O relaxamento físico e mental é uma forma adequada para combater o stress, evitar a depressão e outros problemas de saúde que ele promove. O stress quando num nível equilibrado é um recurso positivo e não um obstáculo. Tratamento para ansiedade O tratamento para ansiedade consiste numa mudança de atitude, o indivíduo deve reconhecer suas limitações e evitar exigir demais de si mesmo.

sábado, 20 de abril de 2013

Como controlar a ansiedade para não arruinar o treino

A ansiedade pode arruinar ou turbinar sua performance. Encontre o equilíbrio saudável Jaimal Yogis e Patricia Julianelli, São Paulo - O paranaense Mauro Biassi começou a correr em fevereiro de 2009 e logo traçou uma meta ambiciosa: completar a Meia Maratona das Cataratas em Foz do Iguaçu, que aconteceria dali a quatro meses. "Queria concluir logo a distância. A ansiedade não me deixou dormir nem me alimentar direito dois dias antes. Terminei a prova me arrastando", conta o bancário de Itaipulândia (PR), que completou os 21 km em 2h06. Decepcionado, pensou em abandonar a corrida. Mas, analisando treinos e a prova em si, percebeu que o problema não estava no esporte, mas na maneira como ele o encarava. "Divertir-me e correr com saúde agora é meu objetivo. Fiz três provas no ano passado sem relógio, bati meu recorde em todas. Hoje trabalho a ansiedade até nos treinos: '1 km de cada vez, 1 km de cada vez'. Nas corridas em que mais me diverti, não me cobrei muito, estava ali apenas por prazer e bem-estar", afirma. Nem todo estresse é negativo; na verdade, em muitos casos ele pode melhorar a performance. Mas a experiência de Mauro mostra que você pode alavancar seus treinos quando se livra da pressão ou ansiedade excessivas. Veja como encontrar um meio-termo saudável. Mente sob estresse Uma parte do cérebro que controla a resposta à ansiedade é a amídala, ou o centro do medo, segundo o psiquiatra do esporte americano Michael Lardon. Ela reage rapidamente a ameaças. Então, se você vir um cachorro sem coleira numa corrida, ela manda suas glândulas adrenais liberarem adrenalina e cortisol, que mandam mais sangue e açúcar para os músculos. A amídala também bloqueia seu sistema imunológico e digestivo para que seu corpo foque na corrida, por exemplo. Uma pequena descarga desses hormônios na hora certa, como num dia de prova ou quando for começar a correr com um grupo novo, pode trazer benefícios ao seu desempenho, de acordo com Lardon.

domingo, 14 de abril de 2013

Você sabe dizer não? Elisabeth Cavalcante

Muitas pessoas enfrentam problemas e dificuldades em seu dia-a-dia por uma razão muito simples: a incapacidade de dizer não. Dizem freqüentemente sim a pedidos e exigências alheias absurdas quando na verdade preferiam ou gostariam de dizer não. Por que isso acontece? São vários os fatores por trás dessa incapacidade: o medo de ser rejeitado, a necessidade de sempre obter a simpatia dos outros, uma dificuldade em enfrentar conflitos e uma baixa auto-estima. O resultado dessa atitude é que acabam acumulando tarefas, dedicando-se a coisas que muitas vezes não tinham vontade de fazer, em detrimento de suas próprias necessidades e desejos. Isso acaba trazendo uma dificuldade em cumprir todos os compromissos, gerando estresse e frustração, e fazendo com que o ressentimento contra a vida cresça dentro delas. Para sair desse círculo vicioso, é preciso, primeiramente, analisar com cuidado as causas dessa incapacidade de dizer não. Isso exige um trabalho minucioso de investigação interior, que lhes permitirá descobrir o que, em sua história de vida, determinou tal comportamento. Outro caminho é refletir sobre suas próprias necessidades e saber distinguí-las daquilo que lhes foi imposto pelas outras pessoas. É claro que todos nós temos obrigações na vida, responsabilidades que nos cabe cumprir mesmo que nem sempre sejam de todo agradáveis. Entretanto, é preciso determinar claramente quais as nossas próprias prioridades e recusar aquilo que não se enquadra dentro delas. Desse modo, poderemos evitar ao máximo aceitar tarefas que não sejam imprescindíveis para o nosso próprio bem-estar. O amor por si mesmo e o cultivo da autoconfiança são importantes antídotos contra a incapacidade de dizer não. Comece por recusar-se a comprar coisas inúteis de que não necessita, sem se deixar dominar pela insistência do vendedor. Diga não a pedidos abusivos como, por exemplo, o daquele colega que vive lhe pedindo dinheiro emprestado para completar o valor do almoço, afirmando que está sem trocado, mas jamais se lembra de devolver. Experimente, é preciso começar de algum modo. Com a prática isso se tornará cada vez mais confortável para você. E um belo dia, sem perceber, estará dizendo não a um relacionamento afetivo abusivo, recusando-se a ser explorado pela família ou pelos amigos e tornando sua vida bem menos atribulada. ... Um único momento de autenticidade é melhor do que uma existência inteira de vida inautêntica. Portanto não tenha medo. Ser autêntico significa permanecer verdadeiro consigo mesmo. Como permanecer verdadeiro? Lembre-se sempre de três regras. Uma, nunca dê ouvidos a ninguém quando dizem o que você deve ser. Ouça sempre a sua voz interior, o que você gostaria de ser; do contrário vai desperdiçar sua vida inteira. Ser autêntico significa ser sincero consigo mesmo. A segunda regra mais importante – só se você cumprir a primeira regra poderá cumprir a segunda – nunca use uma máscara. Se estiver com raiva, mostre sua raiva. É perigoso, mas não sorria, porque isso é ser falso. Mas lhe ensinaram que quando você está com raiva deve sorrir. Então o seu sorriso torna-se falso, uma máscara – simplesmente um movimento dos lábios e nada mais. O coração cheio de raiva, veneno, e os lábios sorrindo; você se torna um prodígio de falsidade. E a terceira regra sobre a autenticidade... permaneça sempre no presente, porque tanto do passado quanto do futuro é que vêm todas as falsidades. Porque o que passou, passou; não se preocupe com isso e não o carregue como um fardo; do contrário ele cairá sobre o presente e o destruirá. Seja verdadeiro em relação ao presente; então você será autêntico. Estar aqui e agora é ser autêntico. Nem passado nem futuro – o momento é tudo.O momento é a eternidade inteira. Osho

domingo, 7 de abril de 2013

Psicólogo com atrofia muscular cria método para digitar e conclui mestrado

O psicólogo Cláudio Luciano Dusik, 36, defendeu na manhã dessa terça-feira (26) dissertação de mestrado em que aplica a metodologia que ele mesmo criou para superar as limitações de uma doença congênita. Dusik, 36, tem atrofia muscular espinhal, doença genética que causa degeneração dos neurônios motores. A dissertação "Tecnologia virtual silábico-alfabético: tecnologia assistida para pessoas com deficiência" foi defendida no Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul). Ele foi o primeiro aluno com deficiência física a concluir mestrado no programa. Desde a infância, o psicólogo vem paulatinamente perdendo os movimentos de pernas e braços – hoje ele conserva ativos, e ainda assim parcialmente, apenas a cabeça e a mão esquerda. A atividade cognitiva permanece intacta. A tecnologia exposta na dissertação de mestrado permite que ele utilize o mouse para digitar e acessar conteúdos na internet apenas com o movimento de um dedo. O aplicativo desenvolvido por Dusik, um autodidata em computação, é usado por outras cinco pessoas com limitações físicas a partir de pequenas adaptações. Atualmente, ele atua como tutor em cursos da Universidade Aberta do Brasil.