domingo, 17 de novembro de 2013

Estresse & Qualidade de Vida no Trabalho

Mediadores biocomportamentais de estresse e qualidade de vida em contextos ocupacionais Pesquisa Científica por: Robert J. G. (Ph.D.) - Andrew Baum (Ph.D.) Resenha: Selma Cordeiro A natureza do trabalho está mudando muito rapidamente. Talvez agora mais do que nunca o estresse no emprego represente uma ameaça para a saúde dos trabalhadores e, por sua vez, para a saúde da organização. (Instituto Nacional de Segurança e Saúde Ocupacional - NIOSH). A pesquisa teve o apoio financeiro do Conselho de Pesquisa em Ciências Sociais e Humanas do Canadá. Segundo os pesquisadores, alguns dos primeiros trabalhos com esse enfoque estão associados com a Michigan School (NELSON; SIMMONS, 2003) e incluíam estudos de apoio social e estresse, bem como exigências de emprego, desemprego e saúde (por exemplo, CAPLAN; COBB; FRENCH, KAHN; WOLFE; QUINN; SNOEK; ROSENTHAL, 1964). Ao mesmo tempo, trabalhos na Suécia estavam identificando mecanismos relacionados ao estresse que subjaziam às relações entre o estresse no trabalho ou condições problemáticas no trabalho e estresse, saúde metal e doença (por exemplo, FRANKENHAEUSER; GARDELL, 1976; FRANKENHAEUSER; LUNDBERG; FORS-MAN, 1980). Esses estudos levaram às pesquisas em Psicologia da Saúde e Psicologia da Saúde Ocupacional e ao estabelecimento desse tipo de trabalho como suporte principal da pesquisa na medicina biocomportamental. A ampliação nessa área sugere que “a aplicação de modelos de estreses ao local de trabalho é uma forma útil de modelar os resultados da experiência ocupacional e delinear os mecanismos biocomportamentais que subjazem aos aumentos consequentes da doença e infelicidade”. Há uma série de condições nos contextos ocupacionais que podem causar estresse, incluindo as exigências e as responsabilidades de um emprego e as condições organizacionais e sociais no local de trabalho, e as relacionadas com colegas de trabalho, supervisores e com a organização em geral. Os estressores são tais como pressões no emprego e apoio social, mas não são diretamente relevantes para o estresse a não ser que um processo de avaliação sugira que sejam problemáticos (SPIELBERGER; VAGG; WASALA, 2003). Mudanças emocionais e biológicas ocorrem quando um trabalhador procura lidar com situações estressantes, e as consequências dessas mudanças podem incluir problemas de saúde mental, doença física, absenteísmo (afastamento) e Burnout (SPIELBERGER et al., 2003). Estresse X Saúde O reconhecimento mais amplamente aceito da influência do estresse na saúde é um avanço, relativamente recente, em nossa conceitualização da saúde e da doença (BAUM; GATCHEL; KRANTZ, 1997). O precursor da pesquisa recente sobre o estresse foi a síndrome da adaptação geral de Hans Selye (SELYE, 1946), que inicialmente ressaltou a importância de fatores ambientais na doença. Subsequentemente, Lazarus e Folkman (1984) forneceram uma conceitualização mais geral do estresse como as influências fisiológicas, psicológicas ou mentais que exercem pressão sobre o organismo, desgastando ou excedendo sua capacidade de responder. A psiconeuroimunologia também aumentou nossa compreensão das conexões complexas entre o estresse e a doença. Essa área de pesquisa demonstrou que, durante períodos de estresse, o funcionamento imune se torna mais fraco (por exemplo, ADlER; FELTON; COHEN, 1990), deixando a pessoa mais suscetível a doenças menos graves como o resfriado ou a gripe. Os estressores psicossociais que desgastam o sistema imune incluem acontecimentos negativos (como discórdia conjugal e luto), bem como estressores ocupacionais no trabalho. Estresse X Saúde Ocupacional Em termos do "uso e gasto" cumulativo sobre sistemas fisiológicos causado pela excessiva ativação de longa duração da resposta de estresse, McEwen (1998) criou a expressão carga alostática. Ele revisou estudos que revelavam graves consequências negativas para a saúde causadas por essa carga alostática sobre o resto do corpo. Aumenta o número de estudos que comprovam problemas de saúde como cardiopatia, problemas intestinais, depressão, transtorno de estresse pós-traumático e, inclusive, câncer (WARGO, 2007). Breve definição de ALOSTASE Estresse e cardiopatias Especificamente quanto à cardiopatia, os dados são bastante surpreendentes. Por exemplo, um estudo recente realizado por Aboa-Eboule, Brisson, Maunsell et ai. (2007) demonstrou que, além de estudos anteriores mostrarem que a tensão no emprego aumenta o risco de uma primeira cardiopatia coronária, a tensão crônica no emprego depois de um primeiro infarto do miocárdio estava associada com um risco maior de ocorrer cardiopatia coronária recorrente. De fato, tinha-se demonstrado em numerosos estudos anteriores que a tensão no emprego (que consiste de uma combinação de altas exigências psicossociais e baixa latitude de tomada de decisões) aumentava o risco de ocorrer uma primeira cardiopatia coronária (por exemplo, ALFREDSSON; SPETZ; THEORELL, 1985; HAAN, 1988; KORNITZER et al., 2006; KUPER; MAR-MOT, 2003). Com efeito, há muito tempo se demonstrou que uma das principais causas da epidemia de doenças cardiovasculares em países industrializados se deve ao stress ocupacional no trabalho (OLSEN; KRISTENSEN, 1991; RAGLAND et al., 1987; SCHNALL et al., 1990). Pesquisa sobre a síndrome metabólica tem demonstrado uma relação entre estresse e doença. A síndrome metabólica é um conjunto de fatores de risco para diabetes e doenças cardíacas, um grupo de fatores que predispõem um aumento nos riscos para diversas doenças. Ela se caracteriza pela obesidade (abdominal), alto nível de triglicérides e colesterol, hipertensão arterial, inflamação e resistência à insulina. Estudos sobre a síndrome metabólica têm evidenciado que o estresse ocupacional e está associado a alguns aspectos da síndrome (BRUNNER et aE7T997; RAIKKÓNEN; MATTHEWS; KULLER, 2007). Um estudo recente realizado, durante um período de dez anos, com mais de dez mil homens e mulheres indicou uma relação positiva entre crônico estresse no trabalho e a síndrome metabólica, definida como o conjunto de sintomas mencionado acima (CHANDOLA; BRUNNER; MARMOT, 2006). Estresse Ocupacional Muitos empregos implicam pressões para terminar quantidades crescentes de trabalho, e essas pressões podem contribuir para a sobrecarga social e o estresse (por exemplo, BAUM et ai., 1997; COHEN, 1978; FRANKENHAEUSER; GARDELL, 1976). As pressões do emprego e os problemas sociais resultantes podem causar estresse diretamente, que também pode estar associado com ambiguidade em termos de papel, conflito em relação ao papel e condições resultantes de absenteísmo, baixa produtividade, rotatividade, burnout e, por fim, problemas de saúde mental e física (por exemplo, COOPER; MARSHALL, 1976) (Schultz; Feuerstein; Gatchel; Stowell (2006). As pressões derivadas do trabalho, o papel do trabalhador na organização, o contexto ou apoio social que caracteriza as relações do trabalhador no emprego e o clima ou estrutura organizacional estão todos relacionados com a propensão de um contexto ocupacional ser estressante (COOPER; MARSHALL, 1976). Schultz et ai. (2006) propuseram uma revisão abrangente dos vários modelos desenvolvidos para explicar a melhor compreensão dos aspectos multidimensionais de muitos problemas de saúde no local de trabalho. Modelos inclusivos e modernos para o estudo de estresse ocupacional foram desenvolvidos durante os últimos 25 anos do século XX. A maioria deles geralmente contempla quatro tipos de estressores, incluindo: 1) exigências físicas de um emprego; 2) exigências do papel a ser desempenhado no emprego; 3) exigências das tarefas a serem cumpridas no emprego; 4)questões sociais/interpessoais (por exemplo, QUICK; QUICK, 1984). Há sobreposição entre esses modelos e em todas essas fontes de exigências, mas é instrutivo examiná-los, brevemente, e integrá-los com a teoria do estresse. Os modelos de Exigência\Controle representam uma tentativa de combinar as condições estressantes associadas com o nível de exigência (trabalho a ser feito) e as influências moderadoras ou exacerbadoras da capacidade de um trabalhador de controlar a taxa de trabalho ou o timing das exigências de trabalho (por exemplo, KARASEK, 1979). Empregos de exigências elevadas apresentam maior probabilidade de serem estressantes; à medida que a exigência se aproxima de níveis excessivos ou inatingíveis, as respostas dos trabalhadores, provavelmente, se tornam cada vez mais negativas. No entanto, entre esses trabalhadores, aqueles que têm uma latitude de decisões considerável e podem controlar o ritmo ou o timing do trabalho podem moderar esse estresse. A combinação de altas exigências X de níveis baixos de controle percebido pode produzir estresse e problemas relacionados com a saúde (THEORELL; KARASEK, 1996). Esse modelo foi adaptado para que se possam acrescentar outras condições e variáveis moderadoras. Por exemplo, o apoio social foi descrito como um fator moderador à semelhança do controle percebido (KARASEK et al, 1998). Esses modelos modificados, juntamente com a formulação original, têm sido tabulados, apesar das dificuldades em medir a latitude de decisões e o controle percebido e em validá-los, dadas as muitas outras fontes de discrepância no contexto do trabalho. Contudo, esse modelo continua sendo uma caracterização intuitiva e atraente do estresse no trabalho e oferece hipóteses testáveis sobre como as características do trabalho podem causar doença e reduzir a qualidade de vida. Uma perspectiva diferente enfatiza o grau em que os trabalhadores podem derivar gratificação ou satisfação do trabalho que realizam. Siegrist (1996) sugere que, quando o nível de recompensa é baixo demais, especialmente, quando a exigência é alta, os trabalhadores podem perceber um desequilíbrio entre gratificação X esforço, levando ao estresse. Por fim, uma série de teorias sugere que conflito interpessoal, combinações equivocadas de liderança e outras condições ou características sociais de um contexto ocupacional podem causar estresse e, potencialmente, consequências desse estresse. Os contextos ocupacionais são recorrentes e episódicos na vida das pessoas, e o estresse persistente nesses contextos representa uma exposição grande, duradoura e repetitiva a estressores. As condições estressantes são avaliadas por trabalhadores individualmente e, à medida em que essa avaliação sugere que eles estão vivenciando estresse, desencadearão uma variedade de mudanças biológicas e psicológicas que podem levar diretamente a consequências relacionadas com o estresse. A especificação desses processos e mecanismos é importante na prevenção do estresse no emprego e em intervenções que visem a minimizar as consequências do estresse vivencial. Considerar essa situação no contexto de nossa discussão acima sugere formas em que o estresse no emprego pode causar problemas para os trabalhadores. O nível de exigência descrito por Karasek pode ser caracterizado desde alto demais até baixo demais. Um trabalhador que encontra uma exigência muito alta no emprego pode se beneficiar dos efeitos energizantes da excitação do estresse; maior estado de alerta e acuidade mental deveriam ser associados com um desempenho melhor, especialmente para tarefas bem aprendidas ou tarefas que exigem esforço físico. É possível discutir se essas exigências são tão persistentes ou não a ponto de causarem mudanças nocivas no estado de ânimo, perspectiva ou saúde física, mas, em geral, para alguns empregos, a excitação física característica do estresse é útil no coping com a exigência. Quanto mais "próximo" o emprego estiver das prováveis condições com que se confrontavam os organismos quando a resposta do estresse evoluiu, tanto mais forte esse benefício provavelmente será. O impacto e o controle sobre o trabalho ou o ritmo de trabalho na natureza estressante da exigência sugerem que alta exigência e baixo controle produziriam trabalhadores que estão vivenciando efeitos energizantes de estresse, mas estão em uma situação em que há poucas opções disponíveis para o coping e a adaptação. É possível, que os trabalhadores se encontrem pressionados a empreender uma ação decisiva em uma situação em que haja pouca ou nenhuma opção para ação. Isso poderia resultar em respostas do tipo "sem ter para onde ir", levando a níveis crônicos e, às vezes, excessivos de distresse e excitação. Há estressores para os quais essas respostas também parecem menos apropriadas ou eficientes. Os estressores interpessoais relacionados a números de trabalhadores ou subemprego, monotonia, e os estressores associados com características ambientais (por exemplo, iluminação, layout arquitetônico) parecem menos intensos quanto às respostas associadas com a resposta de estresse geral. Por exemplo, uma quantidade maior de força pode ser irrelevante para esses estressores, e esses efeitos da resposta de estresse podem contribuir para uma excitação física excessiva ou prolongada. Os efeitos redutores de estresse dos exercícios podem ser parcialmente devidos ao seu valor na liberação dessa energia acumulada que não foi usada. Contudo, as respostas de coping que podem ser úteis para reduzir os efeitos dessas discrepâncias podem oferecer ampla oportunidade para a adaptação. Independentemente da relevância da resposta geral de estresse para o coping eficiente com um estressor, há consequências sempre que essas respostas são suscitadas. Uma adaptação rápida irá neutralizar essas mudanças, muitas vezes, antes que possam exercer qualquer efeito mas, à medida em que o estresse é vivenciado em contextos ocupacionais, algumas mudanças vão ocorrer. Implicações para a intervenção Além do fato de o estresse ocupacional poder levar a taxas maiores de doença entre os trabalhadores, há também outro custo potencialmente significativo para os empregadores - taxas mais altas de absenteísmo (afastamento), rotatividade no emprego, insatisfação com o emprego e desempenho pior no emprego (KTVI-MAKI et ai., 2002), bem como taxas mais altas no abuso de drogas (GREENBERG e GRUNBERG, 1995). Em resposta a isso, fizeram-se tentativas para reduzir estressores ocupacionais e melhorar a saúde. Umas dessas tentativas iniciais foi um programa desenvolvido pela Johnson & Johnson Corporation. Em 1979, iniciaram um programa chamado Live for Life [Viva para a Vida] (LFL) para mais de 28 mil empregados em 50 diferentes locais de trabalho (BLY; JONES; RI-CHARDSON, 1986). O programa LFL era gratuito para os empregados nos locais de trabalho da empresa e incluia os elementos básicos de um programa de bem-estar: uma avaliação do estilo de vida e um exame geral de saúde; um seminário sobre estilo de vida que dava aos empregados um panorama dos componentes essenciais do bem estar e do programa LFL; várias aulas sobre tabagismo, perda de peso, nutrição, gerenciamento do estresse, yoga, educação sobre o álcool e boa forma física; alteração do ambiente de trabalho (por exemplo, comida mais nutritiva no refeitório; dependências para a prática de exercícios físicos; flexibilização do horário de trabalho; rodízio no uso do carro; programas para melhorar as relações entre empregados e supervisores) feedback e follow-up sistemáticos. Realizou-se uma série de estudos para avaliar a eficiência do programa acima. Por exemplo, Bly et ai. (1986) compararam um grande grupo de empregados nas plantas do LFL que participaram do programa durante dois anos versus empregados de fábricas que não participaram do LFL. Os resultados revelaram melhoras significativas entre empregados que participaram do LFL em termos de exercícios, boa forma, satisfação no trabalho, abandono do cigarro, bem como diminuição do risco de cardiopatias coronárias e do estresse. Após esse estudo, várias outras grandes empresas começaram a introduzir programas semelhantes para seus empregados (por exemplo, New York AT&T; Blue Cross/Blue Shield), com benefícios positivos comparáveis. Dever-se-ia observar, contudo, que esses programas estão diretamente relacionados com a economia. Quando a economia piora e as empresas tentam cortar custos, as primeiras coisas que são cortadas são programas como estes que não acrescentam coisa alguma ao "resultado dos relatórios de lucros trimestrais". A importância dos programas, acima, foi a clara demonstração de como o estresse ocupacional, se enfrentado de forma adequada, pode ser reduzido, com resultados positivos para a saúde. Esses resultados mostram novamente uma conexão, embora indireta, entre o estresse ocupacional e as consequências para a saúde. Depois disso, vários pesquisadores do estresse ocupacional delinearam métodos para reduzir substancialmente os estressores no local de trabalho. Taylor (2006) resumiu esses métodos. Métodos para reduzir o estresse no local de trabalho. Reduzir tanto quanto possível os estressores físicos no trabalho, como barulho, iluminação agressiva, aglomeração, extremos de temperaturas etc. Minimizar a imprevisibilidade e a ambiguidade nas tarefas e nos níveis de desempenho esperados. Envolver tanto quanto possível os trabalhadores em decisões importantes que possam afetar o estresse no local de trabalho (por exemplo, controle sobre certas características do emprego, como a ordem e o ritmo em que certas tarefas são realizadas). Tornar as tarefas do emprego tão interessantes e gratificantes quanto possível. Oferecer dependências sociais e recreativas aos trabalhadores, para desenvolver e promover apoio social significativo, durante períodos de intervalo, hora do almoço e tempo livre depois do expediente. Oferecer recompensas tangíveis para os trabalhadores por bom desempenho (por exemplo, recompensas monetárias como bônus, folgas etc.) Treinar os supervisores para monitorar sinais potenciais de estresse (por exemplo, apatia, raiva, absenteísmo, monotonia, negligência) e então intervir antes que o estresse se torne problemático. Resumo e conclusões da pesquisa Foi revisada a literatura científica existente sobre os importantes mecanismos biocomportamentais implicados no estresse ocupacional, na saúde e na qualidade de vida. Discutiu-se o papel significativo desempenhado pelo estresse no local de trabalho, principalmente, na medida em que afeta o funcionamento fisiológico, como a atividade do SNC, a excitação do SNS, a reatividade do eixo HPA e o potencial para uma carga alostática excessiva sobre o corpo. Essas cargas alostáticas excessivas podem acarretar graves consequências negativas para a saúde, como doenças cardiovasculares, problemas intestinais, depressão e inclusive câncer. Revisaram-se pesquisas que demonstram essa relação tóxica de estresse ocupacional e doença. Ao longo dos anos, foi desenvolvida uma série de modelos de estresse ocupacional que enfatizou quatro tipos principais de estressores: exigências físicas do emprego, exigências do papel a ser desempenhado no emprego, exigências das tarefas a serem cumpridas no emprego e questões sociais e interpessoais no local de trabalho. Estes, muitas vezes, se sobrepõem, mas constatou-se que todos eles contribuem, individualmente, para o grau de estresse ocupacional que pode ser vivenciado por um trabalhador. Apresentou-se uma perspectiva geral de como esses tipos principais de estressores impacta mecanismos biocomportamentais. Por fim, expuseram-se as implicações potenciais para a intervenção dessa base de conhecimento científico acumulado. Intervenções bem sucedidas introduzidas no local de trabalho, bem como a pesquisa que resume métodos para reduzir o estresse no local de trabalho, forneceram suporte empírico adicional (embora indireto) para a forte conexão entre estresse ocupacional e consequências negativas para a saúde. Fonte: Stress e Qualidade de Vida no Trabalho - O positivo e o negativo. Organizadores: (Ana Maria Rossi, J. Campbell, Pamela L.Perrewé e outros) Editora Atlas - 2009

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